quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

15:00:00

Cansaço físico e sobretreinamento


https://melhorcomsaude.com/wp-content/uploads/2015/09/Cansa%C3%A7o-matinal-500x334-500x334.jpg

O cansaço físico é compreendido como um fenômeno que ocorre no organismo, provocado por agentes estressantes dos programas de treinamento aplicado. Pode apresentar-se como:

Cansaço físico geral: resultado de um trabalho intenso e prolongado (geralmente conseqüência de esforços aeróbios e anaeróbios intensos). O cansaço físico geral,a tinge vários grupos musculares utilizados no esforço.

As principais causas são:

Diminuição dos níveis de glicogênio muscular e hepático
Desidratação
Microtraumatismos das miofibrilas, responsáveis pelo mecanismo de contração das fibras musculares.

Cansaço físico local: ocorre em grupos musculares isolados e definidos. Geralmente causados pela falta ou insuficiência de resistência muscular localizada e desequilíbrio de força entre os músculos agonistas e antagonistas.

A incidência deste tipo de cansaço deve ser levado em consideração pelo fato de a musculatura apresentar fatores que, se negligenciados, levarão a lesões musculares.

Os níveis de cansaço físicos dependem:

Do volume de treinamento
Da duração do esforço
Da intensidade do esforço
Da duração dos intervalos de esforço 
Da freqüência dos esforços
Do estagio de treinamento dos atletas.

O cansaço físico acentuado pode levar o atleta a uma condição de exaustão, conhecida como Sobretreinamento ou Strain Físico. Esta situação quando ocorre, produz no atleta um estado indesejável de rendimento.

Principais causas:

- Aumento muito acentuado do volume (quantidade) e intensidade (qualidade) dos esforços
- Instrução técnica exaustiva
- Aplicação excessiva de métodos e meios de treinamento exclusivo, sem variedade dos mesmos
- Acúmulo de treinamento e competições em curto espaço de tempo
- Não respeito aos fatores temporais de recuperação e supercompensação física.

Em principio, distingue-se o sobretreinamento em:

a)    Sobretreinamento Simpaticotônico: caracterizado por um aumento de excitação e uma vivacidade física. Essa forma de strain físico é fácil de ser percebida, uma vez que o atleta apresenta um grande número de sinais e sintomas como: fadiga fácil, excitabilidade exagerada, insônia, perda de apetite, perda de peso corporal, tendência à sudorese exagerada, termorregulação anormal, olheiras, tendência à cefaléia, palpitações, palidez, pulso acelerado, aumento do  metabolismo basal, temperatura corporal ligeiramente elevada, restabelecimento retardado da freqüência cardíaca ao estado de repouso após o esforço, pressão sangüínea atípica, hiperpnéia anormal sob condições de esforço, hipersensibilidade sensorial (principalmente auditiva), desenvolvimento motor pouco coordenado, tempo de reação abreviado, recuperação geral retardada, agitação e ansiedade aumentadas, irritabilidade e depressão.

b)    Sobretreinamento Parassimpaticotônico: caracterizado por uma preponderância das funções inibitórias, da fraqueza corporal e da falta de ânimo. O atleta sente-se inapto para mobilizar a energia necessária para o treinamento ou competição. Esta forma de manifestação é de difícil diagnóstico, uma vez que não apresenta nenhuma perturbação em condição de repouso e seu inicio é insidioso.
Quando diagnosticado a condição de sobretreinamento, deve-se, entre outros aspectos:
- Reduzir o volume e a intensidade dos esforços
- Utilizar massagens e outras formas ativas de recuperação (sauna, hidroterapia etc.)
- Utilizar atividades recreativas e exercícios de descontração e relaxamento
- Utilizar alimentação rica em substratos energéticos, correspondentes ao gasto energético
-  Utilizar-se da psicoterapia.

Portanto, o controle dos métodos de aplicação de esforços quando negligenciado pode desenvolver síndromes de sobrecargas de aspectos diversos, tanto físico como psíquico. Sendo assim, o sobretreinamento é entendido como um acúmulo excessivo de estímulos.

Escrito por: Luiz Carlos Brollo 

Publicado em 14/11/12 e revisado em 10/01/18

10:10:00

O Treinamento físico e Mental

http://daviddewolf.com/wp-content/uploads/2015/02/Fatal-Flaws-in-Business-Relationships-David-DeWolf.jpg 

Toda equipe precisa lutar para atingir o ponto máximo nos planos técnico e tático. Isto só é possível com muito trabalho nos campos físico e mental. Uma equipe campeã se dedica ao preparo físico e mental ao extremo.

Treinamento das Habilidades Perceptivo-Motoras

Acuidade Visual - Na média, as pessoas podem distinguir detalhes a 4,5metros de distância, utilizando a visão central, ou seja, o foco para onde olhamos num dado instante. Por isso, arremessos e passes até esta distância são recomendados.

Visão Periférica - Os processos de percepção da visão periférica e visão central são independentes. A visão periférica possibilita a reação a um movimento ocorrido fora do foco de nossa visão (visão central). Não se trata apenas da detecção de eventos que estão ocorrendo na periferia, mas também da taxa de resposta a esses estímulos periféricos. Devemos ver a bola utilizando a visão central e, ao mesmo tempo, visualizarmos e reagirmos a movimentos de companheiros e adversários através da visão periférica. Esta deve ser treinada.

Percepção de Profundidade - É a capacidade de o indivíduo calcular com precisão a distância entre ele e outro objeto, no ambiente em que se encontram, e de avaliar as distâncias comparativas e as profundidades de dois ou mais objetos, no campo visual. Fundamental no arremesso e no passe.
Tempo de reação visual - É o tempo (na casa dos 200ms) entre a apresentação de um estímulo visual inesperado e o início da resposta àquele estímulo.
Habilidades de coincidência temporal - São aquelas que exigem que as ações sejam iniciadas em um momento preciso, como a recepção de um passe, por exemplo.

Treinamento Mental

Pirâmide psicológica do alto rendimento
 
1. o perfil psicológico/personalidade do indivíduo envolvido
2. a psicologia na estratégia de performance máxima
3. enfrentando estratégias de adversidade
Áreas específicas do treinamento mental
1. Autoconfiança
2. Estabelecimento de objetivos (determine objetivos realistas e específicos, com prazos adequados e procure subir degrau a degrau);
3. Gerenciamento do estresse
4. Imagem e visualização (primeiramente, pratique e aperfeiçoe a técnica em sua mente, para depois praticá-la fisicamente. Aprimore a mentalização das técnicas e sua performance irá te surpreender);
5. Concentração e atenção (nos momentos em que temos sucesso em executar uma técnica em alta performance, nossa mente sempre estava focada no objetivo);
6. Motivação (a crítica e a auto-crítica devem ser sempre positivas e construtivas).

Estabelecimento de objetivos
 
específicos e mensuráveis; difíceis, mas reais; tanto de rápido quanto de longo alcance; de performance, ao invés de resultados; positivos, ao invés de negativos; identificar uma data alvo para atingir cada objetivo; registrar os objetivos por escrito; avaliação contínua do progresso. Se é rápido, amplie suas metas, se não redefina-as.

Gerenciamento do estresse
 
ambiente - treinadores podem reduzir as incertezas comunicando-se com seus atletas de forma mais consistente.
físico - relaxamento por visualização (imaginação), progressivos (tensionamento/relaxamento muscular).
auto-relaxamento (respiração), e biofeedback (monitoramento cardíaco).
cognitivo - perceber os pensamentos negativos e substituí-los por outros de auto-ajuda.
Treinamento da Força e da Potência Muscular
A produção de força é determinada por: 1. Fatores biológicos - área da seção transversa do músculo (AST) e ao tipo de fibra muscular. Fibras do tipo I são de contração lenta e resistentes à fadiga. Fibras do tipo IIA são de contração rápida e resistentes à fadiga. Fibras do tipo IIB são de contração rápida e sensíveis à fadiga. 2. Fatores neuromusculares - referem-se à frequência de estimulação e ao recrutamento das unidades motoras. Com um aumento da frequência de estimulação, as forças geradas a cada impulso são somadas. 3. Fatores mecânicos - são relacionados aos mecanismos de ação muscular, comprimento do músculo e velocidade da contração.

Na musculação, para um objetivo de melhoria da força muscular explosiva:
Intensidade de carga - 90 a 100% da carga máxima
Repetições (3-1)   Séries (4-6)   Intervalo de recuperação (3-5 min.)

Para um objetivo de desenvolvimento da resistência (membros superiores):
Intensidade de carga - 40 a 60% da carga máxima
Repetições (15-25)   Séries (3-5)   Intervalo de recuperação (0,5-1,5 min.)

Força reativa - descreve a habilidade do sistema neuromuscular produzir grandes forças concêntricas após rápida fase excêntrica, em um intervalo de tempo muito curto.
Os músculos e, principalmente, os tendões são capazes de armazenar energia por curto intervalo de tempo (150 a 200ms). O alongamento não pode ser muito pronunciado e a combinação de contrações excêntrica-concêntrica deve ocorrer em tempo muito curto . Maximização do impulso e minimização do tempo são objetivos diferentes que devem ter meios de treinamento diferentes. Sugerimos o exercício de pular corda por 5 minutos por dia, 365 dias por ano aos atletas de basquete, ou saltitamentos com 10 séries e 12 repetições; saltos verticais com uma perna com 8 séries e 2x5 repetições .

Flexibilidade
 
A  flexibilidade pode ser definida como a amplitude de movimento possível em uma ou em várias articulações. A flexibilidade é vista como um dos meios mais eficientes para se evitar lesões. Flexibilidade é uma capacidade altamente individual e deve ser tratada como tal, para todos os atletas. É necessário que os treinadores decidam qual é o nível ótimo de flexibilidade e garantam que ela seja alcançada e mantida. Os tendões unem os músculos aos ossos. Suas estruturas têm pouca elasticidade e esta qualidade permite-lhes transferir a contração muscular diretamente para o osso em que se insere. Entretanto, o tendão possui alguma elasticidade, particularmente os mais longos, como o Tendão de Aquiles, que é de grande importância para armazenar energia elástica para saltos.

Exercícios de alongamento para o basquetebol:
1. flexão do ombro, circundação, extensores e adutores de ombro.

2. Quadril e abdome, coluna torácica, coluna lombar e quadril, rotatoes, flexores laterais e extensores de tronco.

3. Virilha, isquiotibiais, quadríceps, tornozelo-quadríceps, gastrocnêmio, tendão de Aquiles, flexores e extensores de quadril. Todos os grupos musculares (agonistas e antagonistas) devem estar em equilíbrio, em perspectiva de força e flexibilidade. O alongamento estático envolve alongamento lento (que inibe o estímulo do reflexo de alongamento) quase ao nível da resistência, em que, então, mantém-se durante 20-30 segundos ou até mesmo 60 segundos, se necessário. Durante este tempo a tensão diminui parcialmente e o atleta move-se lentamente para o novo e maior alcance de movimento. Um jogador de basquetebol necessita de flexibilidade, mas não ao extremo.

RELAXAMENTO - Não é possível alongar um músculo tenso ou contraído; ele deve estar relaxado. Pelo menos moderada transpiração deve manifestar-se antes dos exercícios de alongamento começarem, com objetivo de se evitar uma lesão muscular. O aquecimento pode ser por exercício ou banho quente.

REFLEXO MIOFÁSICO - Músculos têm sensores, que checam as mudanças nos seus comprimentos.
Quando o músculo varia o comprimento de maneira brusca, isto ativa o reflexo miofásico para prevenir lesões. Este reflexo impede um alongamento muscular adequado. Para evitar a ativação do reflexo miofásico, o alongamento deve ser feito lentamente. Alongue lentamente com uma carga constante. Segure por 30s a 1 minuto, relaxando o músculo enquanto nesta posição. Alongue músculos numa ordem apropriada, da capeça aos pés ou vice-versa. É importante considerar quais músculos são inter-relacionados. Para se atingir o máximo alongamento em determinadas áreas, pode ser necessário alongar um músculo inter-relacionado primeiro. Um fator importante no alongamento é o controle muscular, a abilidade de relaxar um músculo para alongá-lo e tensionar outro para força.

SEGURANÇA - A posição em que se está ao fazer alongamento deve ser segura, sem chance de deslizar ou cair, de outra forma o músculo pode ser tensionado ou ferido.

REGRA 48-72 HORAS - Não treine forte um dia e alongue forte no dia seguinte. Treine forte e alongue no mesmo dia ou treine forte num dia, descanse no dia dois, alongue no dia três.
O alongamento é um exercício, e se feito corretamente, ele desenvolverá força muscular.

PULSO - Um atleta bem condicionado terá um batimento cardíaco no repouso (antes de levantar pela manhã) de aproximadamente 50 batimentos por minuto. Pode-se reduzir o batimento cardíaco no repouso fazendo-o bater mais rápido por períodos longos regulares de exercício (12 a 20 minutos). O coração é fortalecido melhorando-se a qualidade do músculo do coração (miocárdio), e aumentando a coordenação das fibras.

EQUILÍBRIO - A posição e o deslocamento do atleta devem ser equilibrados. Para manter o equilíbrio, o centro de gravidade deve estar no meio das pernas e o peso igualmente distribuído entre elas. A flexibilidade executa papel fundamental na manutenção do equilíbrio.

Treinamento da Velocidade
 
Um dos requisitos da vitória consiste em pensar e agir mais rápido do que o adversário. Eis o objetivo do treinamento da velocidade em nosso esporte.
Fatores influenciadores da velocidade:
1. Aptidão: sexo, talento, constituição, idade, técnica, movimento, antecipação.
2. Fatores sensório-cognitivos e psicológicos: concentração, motivação, aceitação de informação, processamento, controle e regulação, força de vontade.
3. Fatores neurais: coordenação intramuscular e intermuscular, potencial de ação, velocidade de propagação, inervação reflexa.
4. Fatores musculo-tendinosos: distribuição do tipo de fibra, seção transversal de cada fibra, velocidade de contração muscular, elasticidade dos músculos e tendões, viscosidade muscular, comprimento do músculo e relação tronco-extremidades, suprimento de energia, temperatura do músculo.
Para sobrecargas cíclicas com intensidade máxima, o valor de referência é de 1 minuto de pausa para cada 10 metros percorridos.
O aquecimento é extremamente importante para o desempenho de velocidade. A força rápida, que é baseada no alto nível de força máxima, é o parâmetro decisivo para o desenvolvimento da capacidade de aceleração.
Os tempos das fases de suporte e de vôo, em ciclos unitários de passadas, são indicadores de desempenho do mais alto nível de velocidade, não devendo exceder 120ms. Importante fator de força está na tração de cada passada, que ocorre no movimento de extensão do quadril após apoio ativo do pé. Isso reduz a importância da extensão da perna, que , por sua vez, é importante na fase de aceleração. Para atingirmos velocidade máxima devemos tocar o solo e suspender o joelho em menos de 0,2 segundo.

Treinamento das Capacidades Aeróbica e Anaeróbica
 
Uma propriedade do músculo esquelético é a capacidade de transformar energia química em trabalho mecânico. A fonte imediata de energia química em uma contração muscular deriva da hidrólise do trifosfato de adenosina (ATP):  ATP + H2O  --> ADP + Pi + H+ + energia (29 kJ/mol)

A restauração do ATP pode ser alcançada tanto por reações anaeróbicas quanto aeróbicas. A produção anaeróbia de energia resulta no crescimento da concentração de lactato e acidose. A acidose leva a uma atividade muscular reduzida, caso os ions (H+) não sejam removidos ou lançados no sangue. Como resposta ao treinamento aeróbio verifica-se tanto uma melhora na eliminação do lactato do sangue quanto uma redução na produção de lactato nos músculos. A energia aeróbia é produzida na mitocôndria com a utilização de oxigênio retirado do sangue. A produção aeróbia de energia na fase inicial do exercício é limitada (para até 30 segundos de exercício, a produção total de energia se subdivide em 80% anaeróbica e 20% aeróbia), devido a um retardo no aumento do transporte de oxigênio para os músculos em atividade. Após 60 segundos de atividade intensa, os musculos dependem predominantemente do fornecimento de oxigênio (60% energia aeróbia) nos locais da utilização de energia. 


Através do treinamento intermitente pode-se treinar algumas fibras musculares (FT, de contração rápida) que somente seriam recrutadas após horas de exercício submáximo contínuo. O exercício intermitente também permite um alto estresse metabólico por tempo prolongado, sem que ocorra fadiga nas fibras recrutadas. O aumento da capacidade aeróbia do músculo treinado se deve em parte ao aumento de sua densidade capilar. Recomenda-se uma intensidade de treinamento aeróbio com a frequência cardíaca (FC) acima de 60% da FC máxima menos a FC de repouso.

Fonte

Publicado em 21/11/12 e revisado em 10/01/18

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

11:38:00

A importância do treinador no comando de sua equipe




Todo o treinador deve tomar certos cuidados na elaboração de uma planilha de treinamentos de sua equipe visando à temporada que se aproxima.

Treinar sem planificação é o mesmo que construir um edifício sem planta.

Equacionados todos os problemas, no que diz respeito ao suporte financeiro e à parte administrativa, formada a comissão técnica e definidos os atletas, resta ao treinador pôr em prática o seu plano de trabalho.

É importante a interação entre o técnico e o preparador físico no planejamento da preparação anual de treinamento, distribuindo as atividades de acordo com as competições e sempre fazendo o controle diário de treinamento técnico e tático.

Não deve o treinador esquecer de fazer a análise da performance durante o ano, comparando entre o treino que foi planejado e o que foi realmente executado. Quanto às partes técnica e tática dos atletas previamente escolhidos, verificar as qualidades básicas mínimas exigidas dos mesmos quanto aos fundamentos que devem dominar, bem como a sua performance nos exercícios combinados e no treinamento específico por posição.

No que diz respeito à tática defensiva, quais as qualidades individuais que possui o atleta dentro de quadra no que se refere ao acompanhamento, ao desarme, a cobertura, a marcação de retorno e quanto a recuperação.

No que diz respeito à tática ofensiva, verificar as qualidades individuais do atleta quanto ao domínio, a condução, ao passe, ao chute, a habilidade e, principalmente, quanto a sua criatividade.

Além de um projeto bem planificado, o treinador deve ter em mente muitos fatores que, somados a sua experiência, serão colocados em prática.
Destaco a seguir alguns desses fatores:

• Fazer com que seus jogadores apreciem o treino, tornando-o agradável e produtivo;

• Ser objetivo na escolha dos exercícios de treinamentos e manter em atividade todos os jogadores durante o treinamento;

• Trabalhar sempre em equipe: médico, preparador físico, massagista e roupeiro são colaboradores importantes;

• Ser bastante claro em suas explicações, mantendo o diálogo sempre aberto, em todos os níveis;

• Embora seja obrigado a falar muito, deverá ESCUTAR sempre;

• Observar e corrigir imediatamente quaisquer erros apresentados;

• Fazer com que seu atleta perceba a importância de desenvolver a mentalidade tática, devendo analisar com rapidez as ações da equipe durante a partida, chamando para si a responsabilidade de realizar gestos técnicos quando sua equipe tenha a posse de bola bem como, quando a posse de bola estiver com o adversário;

• Analisar o treino de cada dia enquanto ele ainda estiver nítido em sua mente e fazer novo planejamento para os treinos seguintes conforme este estudo;

• Ter cuidado com o lado emocional, procurando sempre usar a razão. Não exagerar nas correções. Ser paciente e não criticar seus jogadores em público;

• Exigir atenção total. Não permitir brincadeiras. O treino é o caminho para as vitórias ou derrotas;

• O resultado dos testes e a análise das planilhas dos treinos e jogos são a bússola que determinará os elementos positivos e negativos do seu programa de treinamento;

• Proporcionar mais tempo para os treinos coletivos, à medida que a temporada se aproxima, porém jamais esquecer, desprezar ou negligenciar a prática dos fundamentos e da preparação física;

• Não demonstrar favoritismo. Não ridicularizar qualquer jogador. Estabelecendo um ambiente de camaradagem e amizade entre os jogadores. Participar das alegrias e amarguras particulares de seus jogadores, colaborar na solução dos problemas.

• A unidade da equipe depende diretamente do moral elevado. Fazer de cada jogador um amigo é o caminho para um grupo forte e coeso;

• Por fim, atualizar constantemente seus conhecimentos técnicos e táticos.

Em esportes altamente competitivos, como é o caso do futsal, o único resultado que interessa é a vitória. Esse é o ponto de partida e de chegada de quem se propõe a ser um campeão. E ser um vencedor é descobrir seu talento e trabalhar duro para aprimorá-lo.

Assim, ser um treinador bem sucedido requer um aprimoramento dos conhecimentos da sua modalidade, encarando as dificuldades com inteligência e sabedoria.


Autor: Prof. Rubens Fernandez – Técnico de Futsal

Publicado em 25/05/09 e atualizado em 22/12/17

terça-feira, 26 de setembro de 2017

08:57:00

Aspectos no treinamento do Water Polo / Polo Aquático

http://www.tribunafeirense.com.br/imagem/11226/3/polo-aquatico-brasileiro-confiante-em-medalha-olimpica.JPG 

A periodização do treinamento de Polo Aquático, obviamente é determinada em função do calendário. Portanto, descreveremos um programa de treinamento básico. O programa é formado por quatro itens fundamentais:
1- Preparação física;
2- Preparação técnica;
3- Preparação tática;
4- Preparo psicológico.

PREPARAÇÃO FÍSICA
O trabalho é realizado tanto fora da água quanto dentro variando a característica, a proporção e a intensidade dos exercícios conforme o treinador e a escola:
Fora d'água:
Chamamos de trabalho de terra, que consiste em condicionamento aeróbico, fortalecimento muscular (com elástico, musculação e medicine ball) e flexibilidade, visando trabalhar os grupos musculares específicos para a pratica do Pólo Aquático.
  • Condicionamento aeróbico: pode ser realizado através de corrida de
    intensidade média com duração de 30 a 45 minutos ou com jogos de outras modalidades e circuitos de atividades;
  • Fortalecimento muscular: é feito com musculação, trabalhando oito grupos
    musculares (costas, ombro, braços, antebraços e mãos, peito, pernas, abdome e dorsal), o numero de séries e a quantidade de repetições será programada em função da época de treino, ou seja trabalho de base, aumento de massa, trabalho de força e velocidade.
  • Exercícios com elástico e medicine ball: tem a função de complementar a musculação, sendo caracterizado como um trabalho de força (com poucas repetições e muita velocidade) e resistência (com muitas repetições e isometria). Esse trabalho de terra é realizado com intervalo de um dia entre um treino e outro. No início da programação é feito corrida e água em um dia intercalando com fortalecimento muscular e água no outro; na fase seguinte da programação elimina-se a corrida e o trabalho de terra passa a ser um dia sim outro não.
Dentro d'água
O trabalho de água representa 90% do treinamento, onde se realizam exercícios para:
  • Condicionamento aeróbico: através de natação longa com batimento
    cardíaco entre 75 e 80% da freqüência máxima, como por exemplo uma locomotiva de 75, 100, 150, 200, 250, 250, 200, 150, 100 e 75 metros meia força.
  • Condicionamento anaeróbico: trabalho de velocidade com baixa taxa de oxigênio e freqüência cardíaca entre180 e 200 batimentos por minuto ou seja tiros curtos e velozes, exemplificando: 30 tiros de 25m, 12,5m forte e 12,5 fraco, pra 35 segundos. Natação especifica para o pólo, caracterizada como craw com a cabeça fora da água, costas sentado com perna peito, nadando com a bola e fazendo manejo, deslocando-se em uma pequena distância com o maior numero de braçadas, entre outro exercícios, incluindo o condicionamento para exercício misto muito parecido com o tipo de exercício realizado em uma partida de pólo, como por exemplo, 10 tiros de 100m para 1,30 minutos, incluindo descanso, no intuito de trabalhar a tolerância ao ácido lático e anaeróbico a- lático, também constante em situação de jogo, podendo ser realizado em um tiro de 25m, onde 6 braçadas devem ser com 100% de força e outras 6 soltas.

Também são realizados trabalhos de força dentro da água, em situações como, dois atletas presos um em cada ponta de um elástico, nadando para lados opostos durante 30 segundos com o mesmo tempo de intervalo, e trabalhos que exercitem velocidade e agilidade com movimentos específicos do pólo aquático, como por exemplo 25m nadando com a bola, três braçadas para a esquerda e três para direita com pernada de peito na mudança de direção ou 25m nadando craw cabeça fora da água, a cada 6 braçadas 3 saltos.

PREPARAÇAO TÉCNICA
Parte do treino é voltada para aprimorar as técnicas básicas do Pólo Aquático. Os treinamentos incluem natação especifica para trabalhar mudança de direção, de posição e condução da bola, arremesso e finta, posicionamento do corpo na água em situações de ataque, defesa e arremesso ao gol, bloqueio, etc.
Além disso a parte técnica exercita velocidade de reação para tornar o atleta mais veloz ao associar o apito do juiz ou uma situação de jogo à ação que deve ser realizada. Exercícios que executam esse princípio são por exemplo, todos os atletas alinham-se no meio da piscina e ao apito do técnico nadam conforme a direção apontada por ele ou um atleta fica parado de frente para o gol, esperando que outro jogue a bola, sem ele saber para que lado ném para onde a bola será jogada e ao momento que vê a bola, ele deve nadar até ela e arremessa-la a gol.

PREPARAÇAO TÁTICA
Parte do treino é reservada para o treinamento em conjunto visando uma melhora no desempenho coletivo. É constituída de:
Treinamento de defesa, ataque e situações especiais como 5 contra 6 e 6 conta 5.
Esse trabalho é realizado tanto em situações paradas, com dois ou mais atletas utilizando o gol ou não e associado com natação simulando situações de jogo, como quatro atacando e outros quatro defendendo, após a tentativa de gol os grupos saem no contra- ataque até o outro lado da piscina e repete-se a situação com outro grupo; outra situação, são os coletivos onde é exigida uma tática para cada time executar.


PREPARO PSICOLÓGICO
Parte do treinamento, visa ao estimulo dos atletas com os princípios da psicologia do esporte, como: espírito de união, cooperação, concentração e superação através de trabalhos lúdicos para uma maior motivação ou descontração do grupo.
São realizadas dinâmica de grupo com atividades em duplas, nas quais, um de olho fechado, será guiado por alguns segundos pelo outro. Outro exemplo é a preleição realizada antes dos jogos, quando são revistas as táticas para o jogo a seguir e motiva-se a equipe como um todo, destacando seus pontos fortes.

ALIMENTAÇÃO NO PÓLO
A energia despendida para nadar determinada distância é cerca de 4 vezes maior que a energia gasta para correr a mesma. Isso porque, para nadar é necessário manter a flutuação, vencer a força de atrito com a água, ter eficiência mecânica, manter a temperatura corporal, e superar a maior dificuldade para captação de oxigênio. Além da dificuldade existente na execução dos movimentos exigidos nas atividades específicas para a prática do pólo aquático, como citado acima.
Estes fatores relacionados aos esportes aquáticos, resultam em um aumento das necessidades nutricionais, portanto um consumo adequado às necessidades de cada atleta, de acordo com a sua atividade física, peso, estatura, idade, tempo e intensidade de treino são fundamentais a realização do esporte e melhora da performance.
- Alimentação pré-treino
Nesta fase a refeição deve ser rica em carboidratos e com baixas concentrações de gorduras e fibras. O ideal é que a refeição pré-treino seja realizada entre 2 e 3 horas antes do treino, o que garante um esvaziamento gástrico completo diminuindo a possibilidade de desconforto gástrico e sensação de "estômago cheio" durante o exercício.

- Alimentação durante o treino
Além da hidratação, como veremos a seguir, durante treinos de velocidade e de muita intensidade, com duração de mais de uma hora, torna-se fundamental a reposição de glicogênio, devido a utilização dessa fonte de energia na execução de tal atividade, para tanto utilizasse maltodextrina, tanto diluída como em géis comercializados; É importante ressaltar, que essa suplementação deve ser recomendada por um nutricionista ou profissional especializada, que irá analisar as características e particularidades de cada atleta.

- Alimentação pós- treino
A taxa de resíntese de glicogênio, restabelecimento das reservas musculares, é mais rápida nas duas primeiras horas após o exercício. A ingestão de um alimento rico em carboidrato simples imediatamente após o treino garante uma reposição mais rápida do glicogênio muscular. Portanto ao término da atividade, consuma uma fruta ou uma barrinha de cereais, ou mesmo soluções isotônicas, principalmente quando há a intolerância de alimentos sólidos pós- treino.

HIDRATAÇÃO: UM CASO A PARTE
Através da sudorese (transpiração), durante a atividade física, ocorre a perda de líquidos e sais minerais. Essa perda constante de líquidos ocorre mesmo em baixas temperaturas e, no caso dos esportes aquáticos, pode ser menos percebida, mesmo as vezes sendo maior, dependendo da temperatura da água e da intensidade do exercício. Desta forma torna-se essencial a reposição de líquidos tanto antes, quanto durante e principalmente depois.
As conseqüências fisiológicas da desidratação, mesmo que leve, são a redução do conteúdo de água corporal, portanto a diminuição do volume de sangue circulante, alterando o sistema cardiovascular e de termorregulação, causando sobrecarga cardíaca e do mecanismo de resfriamento, alta percepção de esforço, fadiga precoce e redução de performance.
Para tanto um bom rendimento e uma melhora de performance pedem uma hidratação adequada, beba aproximadamente 500 ml de fluído cerca de duas horas antes, de 600 a 1200 ml/hora durante e no mínimo o volume de fluído equivalente ao peso perdido depois. Lembre-se que bebidas em baixas temperaturas são mais aceitáveis.


Oublicada em 26/09/12 e revisada em 04/09/17
 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

14:36:00

Saiba mais sobre a Calistenia



Melhorar a resistência muscular, a coordenação motora e a flexibilidade, usando apenas o peso do próprio corpo durante os movimentos. Esses são alguns dos objetivos da calistenia, uma modalidade que une exercícios de força física e flexibilidade, que vem conquistando muitos adeptos em Maceió. Considerada uma das mais antigas metodologias de treinamento do mundo, ela surgiu na Europa, praticada por militares como treino de condicionamento físico.

Para quem está sedentário e deseja começar a praticar calistenia, o primeiro passo é consultar um médico. É necessário fazer uma avaliação clínica geral para o médico avaliar o condicionamento físico antes e durante o programa de treino. É preciso saber se está apto para realizar os exercícios, se há alguma patologia grave na coluna ou alguma restrição médica. Lógico que cada pessoa realiza os exercícios de acordo com sua capacidade, respeitando sempre seus limites e na presença de um profissional.

A calistenia costuma ser comparada ao treinamento funcional ou CrossFit, mas os exercícios calistênicos se concentram na força e utilizam somente o peso do corpo. Os movimentos do treino trabalham os grupos musculares, buscando a maior contração muscular possível, alinhamento da postura e definição do corpo. Nos treinos, os praticantes costumam fazer um breve aquecimento, como exige qualquer outra modalidade de atividade física, para reduzir o risco de lesões.

Os movimentos da calistenia, alguns derivados da ginástica olímpica, são realizados com o peso do corpo e o auxílio de barras fixas e bastões, trabalhando o ganho de massa magra, a definição dos músculos, coordenação motora, flexibilidade, resistência e a consciência corporal.

A prática, além de fortalecer os músculos superiores e inferiores, ajuda no sistema cardiovascular. As flexões, por exemplo, trabalham a construção de músculos no peito, ombros e tríceps, além de auxiliar a adquirir estabilidade e resistência muscular. Os movimentos exigem condicionamento das costas e bíceps.

Na Internet, é possível encontrar milhares de vídeos, fotos, e tutoriais demonstrando alguns exercícios da calistenia. Apesar de ser um ponto positivo para a divulgação do método, é preciso alertar aos iniciantes sobre o risco de imitar os movimentos sem orientação. 

Se o assunto é saúde, não dá para confiar em qualquer um. Na internet o que não falta são indicações de treinos, dietas e tratamentos. Mas o conhecimento adquirido no mundo virtual não é suficiente para formar professores e especialistas em saúde.

O treino da calistenia aliados a outras modalidades traz resultados satisfatórios para quem busca qualidade de vida e condicionamento físico. "Mas a prática da modalidade, por si só, é bem completa, sem que precise o auxílio de outras atividades para a manutenção da saúde. Os limites do corpo devem ser percebidos, entendidos e respeitados. Sedentários devem apenas tomar cuidado com a intensidade e frequência dos movimentos e aos poucos vai evoluindo nos exercícios sem nenhum problema.

Adote a calistenia!

terça-feira, 4 de julho de 2017

09:25:00

O tempo certo para usar o treinamento funcional em lesões no esporte


O treinamento físico vem sofrendo mudanças profundas nos últimos anos. Modalidades como o treinamento funcional passaram a ser muito mais conhecidas pelo grande público e sua aplicação, se tornou mais comum em uma série de cenários. Na preparação física de vários esportes, hoje temos no treinamento funcional a grande base para as atividades propostas. Inclusive na reabilitação de um atleta.

O treino funcional exige que procuremos primeiro os problemas, depois encontremos solução e só mais tarde comecemos a investir na força e habilidades físicas. O trabalho de força será muito mais eficiente quando o corpo estiver preparado.

Uma vez que o atleta alcançou a gama completa de movimento e força total em sua área lesada, o atleta está pronto para mover-se para exercícios de treinamento de esporte-específico. O tipo de exercícios nesses programas deve ser feita sob medido para o atleta com uma correlação direta ao esporte e a posição do atleta (se aplicável).

Começando em intensidade baixa e gradualmente, permitindo que o atleta a mover-se progressivamente através de todas as habilidades básicas do seu esporte dará o tempo do atleta tornar-se mentalmente confortável e confiante com o retorno ao esporte. Uma vez que o atleta está confortável com as habilidades motoras individuais, o atleta pode então progredir para situações do jogo e então finalmente a plena concorrência.

Dependendo da gravidade da lesão e o nível competitivo do atleta, o tempo para treinamento funcional do esporte específico pode demorar de vários dias a vários meses. Isso depende, claro, da pessoa. Atletas competindo em esportes que exigem mais poder e habilidades de movimento dinâmico também podem demorar mais tempo.

Para ter variedade de exercícios funcionais, você precisa conhecer o guia com 200 exercícios de Treinamento Funcional. Além desses exercícios, o guia ensina como a montar o treino de funcional de maneira perfeita. Clique aqui e conheça!

quinta-feira, 29 de junho de 2017

17:37:00

Programa de Treinamento Jiu-Jitsu - 7 Habilidades do Lutador de Sucesso


O Programa de Treinamento Jiu-Jitsu Campeão é Dividido em 7 Módulos mais os materiais Extras...

O Programa tem um método de treinamento que ajuda o lutador de Jiu-Jitsu a melhorar as áreas que ele tem mais dificuldades.

Por Exemplo: Existem alguns lutadores que não tem um bom condicionamento físico, alguns tem dificuldades com a raspagem, passagem de guarda, outros com as quedas, e para os mais novos que estão começando eles tem dificuldades. De não saber o que fazer, de não saber qual finalização tentar. E até mesmo regras gerais do Jiu-Jitsu como pontuação e etc. Por isso temos uma equipe separada para ajudar todos os nossos alunos.

TODOS ATLETAS QUE ADQUIRIRAM O LIVRO TEM ACESSO AOS  BÔNUS EXCLUSIVOS QUE VÃO TE AJUDAR A SE TORNAR UM VERDADEIRO CAMPEÃO, VEJA O QUE VOCÊ VAI LEVAR TOTALMENTE DE GRAÇA:

1- BÔNUS: O livro ''7 Maneiras de dominar o advérsario. Disponibilizado por um grande amigo faixa preta. Isso custaria no minimo R$15,00
2- BÔNUS: O livro ''Os Benefícios da Musculação no Jiu-Jitsu. Disponibilizado pelo co fundador do Amante por Jiu-Jitsu. Isso custaria no minimo R$30,00
3- BÔNUS: O livro '' O Segredo para melhorar sua raspagem. Disponibilizado pelo Dono da equipe Sonho de um Lutador. Isso custaria em média R$25,00
4- BÔNUS: Acesso exclusivo ao nosso Clube VIP. O acesso custa em média R$75,00


Clique na imagem para saber o valor do investimento e formas de aquisição.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Neves empreendimentos digitais

quarta-feira, 28 de junho de 2017

16:11:00

Material: Treinamento Físico para Goleiros de Futsal/Futebol



Este conteúdo, visa aumentar o condicionamento físico de goleiros de futsal, pode ser usado para goleiros de Futebol.

Esse guia contém  um conjunto de treinamentos práticos dentro e fora de academias, com utilização de acessórios e peso corporal, com intuito de desenvolver o máximo de valências físicas especificas para goleiros!

O Método de Treinamento para Goleiros, prepara o atleta profissional ou amador, em todas as valências físicas, como:

*Mobilidade articular
*Força
*Potencia
*Agilidade
*velocidade
*Cardiovascular
*Aeróbica
*Anaeróbica
*Precisão.
Desenvolvendo todos os sistemas energéticos.

RECOMENDADO PARA ATLETAS PROFISSIONAIS E AMADORES!

Procure sempre um profissional de educação física para orienta-lo.

BONUS: Circuitos funcionais prontos

Clique na imagem para saber o valor do investimento e formas de aquisição.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Fernando Richard
07:55:00

Alongamento no ciclismo

http://bikeloko.com.br/wp-content/uploads/2016/05/alongamento-ciclo.jpg


O alongamento faz com que o ciclista tenha uma boa amplitude de movimentos nos quadris e costas, o que é fundamental para conseguir manter uma postura mais aerodinâmica na bike. Outro benefício é que a prática evita dores no dia a dia em decorrência do esforço empregado pelas pernas ou mesmo da postura inclinada na bike.
  • Reduzem também as tensões articulares provocadas por músculos muito encurtados, que na maioria das vezes são responsáveis por problemas articulares (principalmente em idosos ou indivíduos que se viciam em posições erradas no dia-a-dia ); 
  • Aumenta da eficiência mecânica por permitir a realização dos gestos desportivos em faixas aquém do limite máximo do movimento onde a resistência ao gesto é maior; 
  • Permite a realização de gestos e movimentos que sem esta seriam simplesmente impossíveis; 
  • Diminui os riscos de lesões e distensões, apesar de não confirmado experimentalmente, a prática nos tem demonstrado sua veracidade; 
  • Propicia condições para melhoria da agilidade, força e velocidade, reduzindo a deterioração física associada com a idade. 
Por conta da posição, ciclistas tendem a ter os músculos flexores do quadril mais curtos e tensos, o que pode causar problemas nas costas, principalmente na região da lombar. O alongamento ajuda a prevenir esses problemas ou mesmo evitar que se tornem crônicos.

Veja exemplos de alongamento na imagem abaixo

http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/n79049abf/5839926_8YT6K.jpeg

Publicado em 24/05/10 e revisado em 28/06/17

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Arquivo do blog