Os efeitos dos Anabolizantes

http://lojamarombada.com/wp-content/uploads/2014/12/1897_hand_holding_supplements.jpg

Anabolizante é toda substância que leva o organismo para um estado de anabolismo. Existem anabolizantes naturais que levam ao anabolismo sem causar malefícios a saúde. Exemplo de anabolizantes naturais: os aminoácidos e as proteínas de primeira qualidade, suplementos naturais aprovados para uso e que nunca irão causar mal a saúde. Pôr isso não confunda anabolizante natural com anabolizante esteróide.

  Os Anabolizantes Esteróides são hormônios e derivados de hormônios.

EFEITOS

  Os Anabolizantes Esteróides produzem efeitos anabólicos, efeitos androgênicos e efeitos colaterais (reversíveis ou não, dependendo do tempo de uso, da quantidade e do tipo).Não existe anabolizante esteróide 100 % anabólico. Existem anabolizantes esteróides predominantemente anabólicos e outros predominantemente androgênicos.Devido as leis básicas da bioquímica, não foi possível de se conseguir fabricar anabolizantes esteróides que produzissem somente efeitos anabólicos ou esteróides que não causassem efeitos colaterais.

EFEITOS ANABÓLICOS DOS ESTERÓIDES

Os efeitos anabólicos são aqueles que produzem um estado de anabolismo no organismo e são o motivo pelo qual atletas utilizam perigosamente.
   Nenhum dos efeito descritos abaixo foi comprovado em testes cientifico e muitos dos trabalhos sérios sobre a matéria se contradizem. A comunidade cientifica não aceita o fato anabolismo causado pelo uso de esteróide em seres humanos saudáveis ser significativo.
*  Aumento do tamanho e forca muscular.
*  Aumentos das reservas intramusculares de glicogênio.
*  Redução da quebra e perda de proteína muscular causada pelo treinamento pesado.


EFEITOS ANDROGÊNICOS DOS ESTERÓIDES


  Os efeitos androgênicos são aqueles que se interferem com as características masculinas. Todo ser humano possui hormônio masculino. Os homens possuem em seus organismos muito mais do que as mulheres.
  Quando é dada a uma pessoa normal quantidades extras de hormônios (esteróides anabolizantes),seu corpo fica com excesso de hormônios e gradativamente vai parando a produção interna desses hormônios ficando dependente de hormônios externos.
  Isso acarreta resultados devastadores a todo sistema hormonal e os danos, a maioria das vezes, são irreversíveis. Todos os efeitos descritos abaixo são comprovados cientificamente.

* Acne

* Alargamento do clitóris

* Ereções freqüentes

* Calvície

* Hirsutismo (crescimento de pêlos nas mulheres)

* Alargamento da próstata

* Esterilidade

* Atrofia dos testículos

EFEITOS COLATERAIS DOS ESTERÓIDES

Além dos efeitos anabolizantes e androgênicos, os esteróides causam outros efeitos colaterais de grande prejuízo ao organismo. O grande problema em usar os anabolizantes esteróides para uma pessoa normal é justamente esse , o grande número de efeitos colaterais que causam, independente da dosagem e do tempo de uso.

* Câncer no fígado

* Aumento do colesterol

* Retenção de água

* Arritmia cardíaca

* Hepatite  peliótica

* Hemorragia intra abdominal

* Comportamento agressivo

* Dores estomacais e gástricas insuportáveis

* Choque anafilatico

* Ginecomastia (peito de mulher)

* Cefaléia  grave

* Aumento grave da pressão arterial

* Insônia

* Hálito insuportável

* Vômito com sangue

* Morte

A Fisiologia das Fibras Musculares em Movimento

http://powerexplosive.com/wp-content/uploads/2014/07/tipo-fibras-11.png

A prática esportiva na atualidade exige um amplo conhecimento na planificação e periodização do treinamento individual e coletivo por parte dos treinadores e professores. Essa prática deve visar por excelência o desenvolvimento multilateral das capacidades físicas de um atleta ou equipe para que seja possível no futuro a conquista de grandes resultados no âmbito esportivo.

A resistência, força, flexibilidade, coordenação e velocidade são as capacidades básicas responsáveis pela preparação física geral de todos os atletas nas diferentes instâncias do desporto, ou seja, atletas do gênero masculino e feminino, das categorias de base a profissional necessitam de um bom nível de desenvolvimento dessas capacidades para que obtenham bons resultados no esporte envolvido.

Toda grande variedade de movimentos que o ser humano é capaz de realizar é obtida pelo mecanismo de encurtamento das células do tecido muscular, graças à transformação de energia química, obtida das fontes energéticas, em energia mecânica, podendo esta se manifestar em forma de movimento (Fernández, et al. 2002).

 Os músculos esqueléticos são responsáveis por todos os movimentos voluntários sendo estes controlados pelo sistema nervoso somático. O músculo esquelético é composto pelas chamadas fibras musculares, dispostas paralelamente e fixadas por ambos os extremos dos tendões de origem e inserção. A fibra muscular pode ser considerada como uma célula alongada, cilíndrica e multinucleada, recoberta por uma membrana chamada sarcolema. Cada fibra muscular contém uma infinidade de miofibrilas, dentro da qual, encontram-se as mitocôndrias e a circundando existe uma complexa rede de túbulos (Powers e Howley, 2000).

Nesta rede, podemos diferenciar dois sistemas estruturalmente separados. Um é o sistema de túbulos transversais ou túbulos T, que se trata de invaginações do sarcolema que penetram entre as miofibrilas e tem por objetivo transmitir rapidamente o comando de despolarização a todas as miofibrilas. O outro sistema é o retículo sarcoplásmatico que recobre de maneira longitudinal, embora irregular, cada miofibrila, tendo como função movimentar o cálcio e controlar o metabolismo do músculo (Powers e Howley, 2000).

As miofibrilas são compostas, por sua vez de miofilamentos que contêm as proteínas contráteis actina e miosina. A actina forma filamentos delgados que estão sujeitos aos denominados discos Z. A miosina forma filamentos grossos que se intercalam entre os da actina. O espaço situado entre dois discos Z e que contém os filamentos de actina e miosina, denomina-se sarcômero (Powers e Howley, 2000).

Os filamentos de actina e miosina deslizam entre si, e esse deslizamento pode realizar-se em dois sentidos, determinando alongamento (alongamento do sarcômero) ou encurtamento (contração do sarcômero). O encurtamento dos diversos sarcômeros de uma miofibrila determinará sua contração e, com ela, a contração da fibra muscular e do músculo (Powers e Howley, 2000).

Isso se consegue graças às pontes de ligação que se estabelecem entre pontos específicos da miosina e algumas cabeças de actina que têm capacidade de flexão é que determina o deslocamento, produzindo-se uma nova ligação, em um verdadeiro movimento de escalada (Powers e Howley, 2000).

Nem todas as fibras musculares respondem da mesma maneira a um determinado estímulo, desta forma podemos distinguir vários tipos de fibras musculares em termos morfofuncionais. Na realidade, o que determina que uma fibra seja de um tipo ou de outro é sua inervação, este fato condiciona sua configuração e seu funcionamento (Verkhoshanski, 2001).

    Sabendo disto Fernández et al. (2002) destaca que o ser humano possui dois tipos fundamentais de fibras: fibras lentas ou vermelhas, também chamadas de tipo I ou ST (slow twitch) e fibras rápidas ou brancas, também chamadas de tipo II ou FT (fast twitch).

    As fibras lentas ou vermelhas caracterizam-se por serem fibras tônicas, isto é, de contração lenta, de sustentação, além de muito resistentes à fadiga. Sua coloração vermelha se deve ao elevado conteúdo de mioglobina (proteína que contém um pigmento similar ao que possui a hemoglobina, esse pigmento contém ferro e liga oxigênio a hemoglobina). Atletas de meio fundo e fundo possuem elevados percentuais deste tipo de fibra (Powers e Howley, 2000).

    As fibras rápidas ou brancas apresentam um número relativamente pequeno de mitocôndrias, uma menor capacidade de metabolismo aeróbico e são menos resistentes à fadiga do que as fibras lentas. No entanto, essas fibras são ricas em enzimas glicolíticas, as quais lhe garante uma grande capacidade anaeróbica (Verkhoshanski, 2001).

    As fibras rápidas podem ser divididas em dois tipos: fibras tipo IIb e fibras do tipo IIa. O que diferencia estes dois tipos de fibras é o caráter intermediário das fibras tipo IIa, que possuem características bioquímicas e de fadiga que se encontram entre os outros dois tipos de fibras; as fibra Tipo IIb e Tipo I. Por isso, as fibras Tipo IIa são consideradas como uma mistura das características das fibras Tipo IIb e Tipo I, possuindo um alto grau de adaptação (Powers e Howley, 2000).

    Todas as fibras de uma mesma unidade motora são do mesmo tipo, dado que têm a mesma inervação. A porcentagem de uma e outra fibra é determinada geneticamente, variando para cada grupo muscular e diferenciado-se entre indivíduos. Os atletas que possuem um alto conteúdo de fibras rápidas terão maior facilidade para atividades de velocidade ou potência, nas quais a força seja um fator determinante. Um exemplo prático são as corridas de velocidade curta do atletismo como os 100 metros e 200m rasos (Verkhoshanski, 2001).

Fonte e referencias bibliográficas

Musculação no Treinamento de Esportes

http://www.ciaathletica.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/09/Depositphotos_13360994_original-mod.jpg

A inclusão da musculação no treinamento de esportes, seja individual ou coletivo tem que ser feita com muito cuidado. Não importa se o seu esporte é praticado na água ou na terra, se precisa de mais habilidade e técnica do que força, se é em grupo ou individual, sua atividade tem movimentos e exige aspectos físicos? Então a musculação vai te ajudar, e muito.

Dentro da musculação não há necessidade de só trabalhar com pesos e máquinas para ganhar massa muscular. O treino pode ser montado, inclusive, com movimentos que são utilizados no esporte de origem.

Curso de Musculação do Iniciante ao Avançado

Por exemplo, seu esporte exige saltos explosivos (basquete, vôlei, handebol), mas seu salto está fraco por falta de potência muscular, portanto ao se realizar exercícios de potência para as pernas e trabalhar os músculos envolvidos em uma situação parecida com a do salto, a tendência desse aspecto físico evoluir é muito maior do que na quadra.

Deixar o esporte o mais parecido possível dentro da sala de musculação é feito para trabalhar a parte muscular exigida no esporte e não a habilidade ou a técnica.

O que deve ser feito para aqueles que são praticantes amadores dos esportes coletivos é, alem de praticar a modalidade, treinar as qualidades físicas do seu esporte, como potência, agilidade e velocidade, capacidades que são de extrema importância para o seu jogo. Elas devem ser realizadas de duas a três vezes por semana, de 25 a 30 minutos.

Além deste trabalho de musculação, o atleta deve ser submetido ao treinamento de flexibilidade e atividades aeróbias diferenciadas para melhoria do seu condicionamento físico e superação de dificuldades e deficiências


4 cursos online para quem trabalha com Esporte


http://gnu.com.br/wp-content/uploads/2015/03/esportes-gremio-nautico-uniao-conceito.jpg

Há várias áreas que trabalham junto com o esporte para melhorar os rendimentos dos atletas/praticantes.  Abaixo, separamos 4 cursos online para profissionais que trabalham com esporte se aprofundarem nessa área.

Para informações, só clicar na imagem ou no link abaixo>

Curso de Psicologia do Esporte

Curso Psicologia do Esporte

Veja mais informações aqui!

O curso traz a história da psicologia do esporte e os principais conceitos para a atuação do psicólogo do esporte por meio da compreensão e do estudo da psicologia do exercício e o bem-estar psicológico por meio da prática de exercícios físicos.


Curso de Fisioterapia Desportiva

Curso Fisioterapia Desportiva

Veja mais informações

O curso Fisioterapia Desportiva oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre fisiopatologia, lesões, reabilitação, desportiva e muito mais.


Curso online de Suplementação Nutricional para Atletas

Curso Suplementação Nutricional para Atletas

Veja mais informações aqui

O curso Suplementação Nutricional para Atletas por meio da Educação a Distância oferece ao participante o conhecimento sobre macronutrientes, índice glicêmico dos alimentos, necessidades e gasto energético, suplementos e muito mais.


Curso online de Treinamento Abdominal

Curso Treinamento Abdominal

Veja mais informações aqui

O curso Treinamento Abdominal, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de Educação Física conhecimentos sobre anatomia e cinesiologia, fisiologia do exercício, prescrição de treino para a região abdominal e muito mais.

Clique nas imagens ou nos links abaixo para maiores informações.

Treinamento das qualidades físicas na pré-temporada no Futebol


http://www.carirutenisclube.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Atividade_futebol_02.jpg

As características do condicionamento físico do jogador de futebol limitam-se principalmente aos fatores físicos da performance: resistência aeróbia e anaeróbia, força, velocidade e flexibilidade, fato que nos mostra o perfil de exigência dos atletas nos treinamentos.
 
A realização do treinamento  físico  na pré-temporada  e os métodos adequados para aprimorar o condicionamento físico serão discutidos abaixo.

Treinamento Aeróbio e Anaeróbio
 
Para poder realizar grandes volumes de trabalho físico, todo jogador de futebol deve ter coração resistente e bons pulmões que lhe asseguram a alimentação dos músculos com oxigênio.
 
Falando fisiologicamente, a energia utilizada pelo jogador durante a partida é derivada da quebra de um componente químico chamado adenosina fosfato (ATP) e convertida em energia mecânica, de tal forma que o jogador pode realizar atividades táticas, técnicas e físicas. O ATP é produzido por uma reação química sob condições anaeróbias e aeróbias. Anaeróbia, ou energia não-oxidativa, significa que a reação é realizada sem a presença de oxigênio, enquanto aeróbia, ou energia oxidativa, refere-se a uma condição na qual o ar inalado tem tempo de ser transportado para o músculo em atividade para participar do processo de queima de alimentos e, como resultado, produção de energia.
 
Com isso serão analisados a seguir como devem ser realizados os treinamentos aeróbio e anaeróbio do atleta de futebol na pré-temporada para que ele se encontre apto para estar em condições de atuar na primeira partida da temporada fisicamente adequado.
 
Resistência aeróbia para o jogador profissional de futebol
 
No futebol, a resistência aeróbia) é a capacidade de manter um esforço de longa duração com intensidade fraca, realizado sempre na presença de oxigênio, havendo um equilíbrio entre a quantidade consumida e a recebida, fenômeno chamado de "steady-state".
 
Os exercícios de pouca potência aeróbia – exercícios acíclicos que se caracterizam por um câmbio constante e pela instabilidade da atividade motora – são aqueles em que o aporte energético para os músculos atuantes é praticamente exclusivo dos processos oxidativos, consumindo principalmente os lipídios e, em menor grau, os carboidratos (coeficiente respiratório inferior a 0,8).
 
Um grande fator limitante da performance do futebol é a potência de aceleração/desaceleração com mudanças rápidas de direção, sendo que 72% em uma partida o jogador sofre da resistência aeróbia.
 
Assim, entende-se que a resistência aeróbia para o jogador de futebol pode ser de fundamental importância, pois uma partida dura aproximadamente noventa minutos e o trabalho aeróbio serve para o jogador aguentar esta carga de trabalho.
 
Deve-se, então, realizar um treinamento em que o jogador desenvolva este tipo de resistência para a melhora da sua aceleração, desaceleração e mudanças de direção, já que isto é necessário nas partidas de futebol.
 
 Resistência anaeróbia para o jogador profissional de futebol
 
As ações e cargas específicas no futebol para a resistência anaeróbia são cargas curtas e consecutivas em lutas entre dois e muitos sprints sendo caracterizado de caráter muscular. Este vem a ser um tipo de esforço realizado em débito de oxigênio que exige uma grande capacidade de recuperação do atleta devido às altas dívidas de oxigênio que são produzidas e, especificamente no caso do futebol, deve-se trabalhar utilizando-se o treinamento dos intervalos, que é um método determinado pela repetição sistemática de distâncias que variam de cem a quatrocentos metros em intensidade submáxima produzindo uma alta dívida de oxigênio no organismo.
 
A importância do desenvolvimento da força máxima – força dinâmica explosiva – é decisiva no futebol, pois um gol sai somente por predominância anaeróbia como um chute a gol, cabeceio ou um contra-ataque em velocidade e, para desenvolver um trabalho específico nesse sentido, os músculos têm que trabalhar com uma intensidade próxima da máxima, sem relaxamento – quarenta segundos, ou seja, o tempo suficiente para que apareçam os produtos da anaerobios.
  
A capacidade anaeróbia corporal é afetada pelos processos do SNC (sistema nervoso central), que facilitam o trabalho intensivo contínuo ou sob condições de exaustão, o treinamento específico é o melhor método para melhorar a capacidade anaeróbia, entretanto, o treinamento anaeróbio é sempre mais efetivo, com um tempo mais longo de restabelecimento da reserva de energia, se você alterná-lo com o treinamento aeróbio.
 
Para o aumento da capacidade anaeróbia alática deve-se trabalhar com cargas de curta duração de cinco a dez segundos e de intensidade máxima com intervalos de dois a três minutos e para melhorar a potência do processo anaeróbio lático deve-se trabalhar entre trinta e noventa segundos e para aumentar a sua capacidade entre dois e sete minutos.
 
Com isto, sabe-se que em uma partida de futebol o metabolismo anaeróbio é de menor predominância, porém de fundamental importância, pois é o que altera o resultado em uma partida e, para trabalhar os atletas nesta resistência, deve-se elevá-los ao máximo para que melhorem as suas potências e capacidades anaeróbias. Assim, os métodos que devem prevalecer são os de treinamentos mistos trabalhando a resistência aeróbia e anaeróbia (lática e alática) juntos, para que os atletas possam viver uma situação real de jogo.
 
Treinamento de Força Muscular
 
O papel da força no rendimento esportivo é um fator importante, sendo inclusive, em alguns casos, determinante. Esta desempenha um papel decisivo na boa execução da técnica – os grupos musculares intervêm em uma fase concreta do movimento. A velocidade de execução está estreitamente relacionada com a força, pois quanto maior a resistência, maior a relação entre ambas, ou seja, uma maior aplicação de força pode levar a uma melhora de potência, e também, está relacionada com a melhora do rendimento, sempre que o treinamento realizado se ajuste às necessidades de cada especialidade esportiva .
 
No futebol, os atletas correm velozmente, mudam de direção e voltam a correr velozmente e, para Faigenbaum e Westcott (2001, p. 200):
 
… os músculos em grande parte responsáveis por essas acelerações e desacelerações rápidas são os quadríceps, isquiotibiais, glúteos e panturrilha, sendo que os exercícios básicos para fortalecer são os: agachamento com barra, o leg press no aparelho e a flexão plantar e os exercícios de potência, que são importantes para melhorar a velocidade e a rapidez nas extremidades inferiores, são: o agachamento com arremesso e o avanço com arremesso com medicine balls.
 
O jogador de futebol necessita da qualidade física força em três aspectos, sendo eles: para a elevação da performance específica do futebol, como a força de salto, de chute, de lançamento (nos laterais) e capacidade de aceleração; como profilaxia de lesões, uma musculatura bem desenvolvida forma a mais eficiente proteção para o aparelho motor; e no treinamento de força como profilaxia para a musculatura responsável pela manutenção da postura, com isso, consegue-se prevenir a tão típica dor lombar no jogador de futebol.
 
No treinamento neuromuscular, a força, em sua forma pura, não se manifesta no futebol, a força e a velocidade são dois aspectos do mesmo componente e estão intimamente ligados nas ações motoras físicas, técnicas e táticas.
 
Sendo assim, pode-se entender que o treinamento de força no futebol é indispensável para os jogadores, pois além de haver uma melhora de rendimento na resistência aeróbia e anaeróbia, ela também previne lesões. Apesar de o futebol ser um esporte que explora os membros inferiores, é importante também fortalecer os membros superiores devido a este ser um esporte de muito contato e para cobrar laterais de grandes distâncias, já os goleiros, ao contrário dos demais jogadores, necessitam muito da utilização dos braços como fazer uma defesa ou um lançamento com as mãos.

Com ajuda daqui
 

Os erros mais comuns no treinamento n Ciclismo

 http://www.praquempedala.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Treino-ciclismo.jpg

Por falta de conhecimento ou mesmo de atenção, muitas vezes cometemos erros comuns no treinamento que podem prejudicar nosso desenvolvimento na bike. 

Sono difícil

O sono é o momento mais importante na recuperação de um atleta, sendo fundamental para ganho de performance. Por isso, procure dormir o mínimo de horas necessárias para que o seu corpo descanse. E se estiver com dificuldades para dormir, procure um profissional para identificar a causa e corrigir o problema o quanto antes.

Copiar treinos

Imitar o treino de outros ciclistas, principalmente de profissionais, pode ser prejudicial para o desempenho e para a saúde. Isso porque cada atleta tem suas características e histórico particular. Existe um treino específico para cada atleta, para cada fase da temporada e até para cada fase da vida.

Excesso de volume

O treino de volume deve ser aplicado em modalidades que realmente exigem esse estímulo fisiológico. Porém, muitos ciclistas ainda cometem o erro de exagerar nessa área, o que acarreta um desgaste desnecessário.

Exagerar na intensidade

Assim como o volume, a intensidade também deve ser aplicada na hora certa. Abusar desse tipo de estímulo em todos os treinos não só reduz o desempenho como pode causar lesões.

Continuidade

O atleta que treina por um período e depois interrompe a sequência do trabalho terá sua performance comprometida. Também não adianta tentar tirar o atraso treinando muitas horas de uma vez. Nesses casos, só um treinador saberá a melhor solução para o problema. Em caso de treinos perdidos por motivos climáticos, a recomendação é compensá-los com treinamento indoor.

Negligenciar outros treinamentos

Há muitos anos, a utilização de musculação e de exercícios funcionais é uma realidade para ciclistas da elite mundial. Ao negligenciar esses estímulos, dificilmente o atleta chegará à sua máxima performance.

Treinar por conta própria

Não ter um treinador capacitado para organizar sua rotina é bastante comum e a receita ideal para gerar estagnação e perda de desempenho. Por isso, busque sempre ajuda profissional.

O maior erro de todos

É a teimosia, que acaba reunindo todos os erros anteriores. Um dos segredos dos vencedores são o respeito e a confiança em seus treinadores. Apenas a disciplina aliada à confiança, à obediência e ao respeito pelo treinador produz o resultado almejado.

Fonte

Fortalecimento muscular através do Kettlebell


http://news.slnutrition.com/wp-content/uploads/2011/03/kettlebelllady.png

"Descoberto" há alguns verões, o kettlebell é uma excelente estratégia para quem quer vencer o sedentarismo. Dependendo do peso que você utilize, pode usar um kettlebell em qualquer lugar: pode praticar em casa, levar para a academia e até para o escritório. Mas antes de começar a praticar, procure um educador físico apto a te orientar a usar o acessório e opte pelo peso mais leve, aumentando gradualmente de acordo com o ganho de força e condicionamento físico.

Por haver um peso, ele se torna um excelente forma de fortalecimento muscular, global e específico. Há exercícios que recrutam os músculos dos glúteos outros exercícios que fortalecem a musculatura abdominal e lombar - garantindo maior estabilidade para a coluna - ou os braços. Porém,  para realizar cada um desses exercícios específicos o corpo todo entra em movimento. Enquanto o braço eleva o kettlebell o praticante passa da posição agachada para em pé, por exemplo. E mais: para manter a postura firme que este exercício pede todos os músculos se mantêm contraídos. Os resultados aparecem em forma de um fortalecimento por completo.

Os treinos são feitos de forma elaborada, e trabalham de forma intensa e pesada cada tipo de movimento. São denominados como funcionais, pois além de contribuir para a definição ainda queimam calorias e ajudam no metabolismo. Eles são poderosos e ajudam na resistência muscular, após apenas 6 semanas desse treino, sendo realizado durante 3 vezes na semana os resultados já são aparentes e a pessoa consegue um corpo desenvolvido, forte e definido.

O Kettlebell pode ser realizado em aulas de 30 a 60 minutos, e pode chegar a queimar até 500 calorias. Por isso são usados os pesos Kettlebell que possuem um formato de bola com alça, e os movimentos feitos são o swing – que realizam exercícios balanceados na altura do quadril -, clean – exige levantar o peso da altura do quadril para a área do peito -, push dress – seqüência onde o Kettlebell é levado da altura do peito até a elevação total do braço -, snatch – uma seqüência final onde todos os exericicos são realizados, inclusive os agachamentos.

Como o álcool afeta o fortalecimento muscular?





O dilema entre a relação do álcool com o desempenho na corrida é antigo. Tem os que defendem que tomar uma cervejinha com os amigos, vez ou outra, não faz diferença na performance, assim como tem os que abominam a prática.

É sabido que o álcool sobrecarrega o funcionamento hepático, deixando mais lento o processo de geração de energia, aumentando a fadiga muscular e diminuindo o tempo de resistência para as sessões de treino. Além disso, seu consumo exige do organismo um aumento na produção de antioxidantes, para limpar as toxinas geradas pela bebida, o que pode acelerar o processo de envelhecimento celular.

Outro fator relevante: as bebidas alcoólicas possuem alto valor calórico, fornecendo 7 kcal por grama de álcool. E essas calorias são consideradas “vazias”, pois não fornecem nutrientes para o organismo.

Porém, recente estudo realizado por um grupo de pesquisadores australianos e pulicado na revista PLoS ONE endossa os argumentos do grupo que rejeita o consumo de bebida alcoólica. A pesquisa revelou que, mesmo com a dieta balanceada, o álcool é capaz de suprimir a resposta anabólica no músculo esquelético, prejudicando a recuperação depois da atividade física.

O estudo colocou voluntários em uma rotina de exercícios rigorosos (com musculação, ciclismo e corrida de alta intensidade). Depois de repetir três vezes a série de treinamento, eles eram submetidos a uma alimentação rica em carboidratos e, 2h depois, ingeriam 25g de proteína. Passadas 4h, o grupo se alimentava com mais 25g de proteína. Porém, durante esse intervalo, uma parte do grupo ainda ingeriu um total de 1,5 g de álcool por kg de peso corporal. Mais: uma terceira parcela das pessoas, além do álcool, ingeriu apenas carboidratos.

Com isso, a resposta dos músculos foi analisada caso a caso. E o resultado é que a síntese proteica muscular varia bastante em cada situação. Não surpreendentemente, o valor da síntese em repouso é o mais baixa. O pós-exercício (sem bebida) mostrou o resultado mais favorável, seguido da dieta com álcool e proteína e, por último, pela dieta que combinava álcool e carboidrato. Por isso, se você se exercita e depois se rende ao álcool, saiba que o fortalecimento muscular, tão importante para ganhar rendimento na corrida, é suprimido imediatamente.

(Fontes: Priscila Di Ciero, nutricionista esportiva funcional, e Luís Ricardo de S. Alves, nutricionista esportivo)

Mentalização ajuda no seu treino

20130206-074045-1200699867_580_x_330.jpg
Você sabia que o simples ato de se concentrar na atividade pode contribuir para a melhora do desempenho físico? Pois é, de fato, acontece.
Existem várias técnicas para melhorar a concentração, mas uma que é bastante simples e pode ser facilmente aplicada aos treinamentos é a prática mental (ou ensaio mental). Ela consiste em imaginar (simular mentalmente) a execução de determinado movimento e pode ser praticada isoladamente ou em conjunto com o exercício propriamente dito.
Estudos de uma equipe de pesquisadores holandeses, conduzidos pelo Dr. Zijdewind, observou os efeitos da prática mental – chamada, pelos autores, de treinamentos imaginários – sobre a força muscular. Para isso, a equipe realizou intervenções de sete semanas em três grupos de pessoas:
- Grupo 1: prática mental
- Grupo 2: treinamento de baixa intensidade
- Grupo 3: sem treinamento 
Ao final do período, o grupo que mais aumentou a força muscular foi o que realizou a prática mental. Porém, que esse grupo não realizou exercícios físicos.
Se a prática mental for associada ao treinamento físico, os efeitos podem ser ainda melhores, como mostram os resultados de outro estudo brasileiro, que avaliou os efeitos da prática mental associada ao treinamento físico sobre a força muscular. A intervenção durou quatro semanas e a amostra foi dividida em dois grupos:
- Grupo 1: prática mental + treinamento de força
- Grupo 2: treinamento de força
Ambos os grupos realizaram o mesmo protocolo de treinamento físico, sendo que a única diferença foi a realização da prática mental antes da execução dos exercícios no grupo 1. Mais uma vez, os resultados foram maiores no grupo que realizou a prática mental.
Assim, profissionais do exercício possuem mais uma ferramenta importante a ser agregada aos treinamentos, no intuito de proporcionar benefícios ainda maiores aos seus atletas ou alunos.
Vale lembrar que a concentração no treinamento, além dos benefícios observados, pode proporcionar um momento de “fuga” dos problemas externos, o que torna o exercício ainda mais proveitoso.
Interessou-se pelo assunto? Veja a leitura sugerida:
- Machado SEC, Prati JELR, Carvalho MSGA. Prática mental combinada ao treinamento de força como perspectiva de aumento da força máxima em homens treinados. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício. 6(1): 49-52, 2007.
- Zijdewind I, Toering ST, Bessem B, Van Der Laan ODiercks RL. Effects of imagery motor training on torque production of ankle plantar flexor muscles. Muscle Nerve. 28(2):168-73, 2003. 
Prof. Msd. Cauê La Scala Teixeira