segunda-feira, 2 de abril de 2012

Motivos do abandono da prática esportiva





    O esporte é um fenômeno cultural que cada vez mais atrai adeptos de todas as idades. As crianças e adolescentes representam uma grande parte de praticantes de inúmeras modalidades esportivas, sendo nesse período geralmente o primeiro contato com tais práticas. A princípio, e acordo com Carmo et al (2009) esse início esportivo se deve principalmente a alguns fatores como: diversão, ocupação de tempo livre, auto-superação e entrar em forma. Outros autores, que serão descritos posteriormente, também analisam o mesmo fenômeno, sendo muitos com opiniões convergentes.

    Mas da mesma forma que vários fatores levam à prática esportiva, outros tantos levam ao abandono precoce de tais atividades. Alguns desses fatores mais citados pela literatura são: pressão dos pais e treinadores, dificuldades com estudos, dificuldade financeira, treinamento excessivo, necessidade de realizar outras atividades, dentre alguns outros. Tais razões serão detalhadamente analisadas levando em consideração seus estudos e autores. É necessário também levar em consideração diferenças quanto ao sexo, tipo de esporte, idade, condição sócio-cultural, tempo de prática, nível de competição e outros. A união desses conjuntos é algo relevante no abandono esportivo em crianças e adolescentes. E é exatamente sobre esses fatores que o presente artigo pretende discorrer.

    Ademais, alguns estudos têm sido realizados a respeito das causas do abandono da prática esportiva, não só em atletas iniciantes, mas também em atletas participantes de competições oficiais, ou seja, atletas de rendimento. Assim, o presente estudo tem como principal objetivo fazer um relato e uma análise de revisão na bibliografia encontrada sobre os principais motivos que levam os atletas, das mais diversas modalidades, faixas etárias e sexo, a abandonarem a prática esportiva, seja ela de caráter iniciante ou competitiva.

2.     Material e métodos

    Foram utilizadas literaturas das mais variadas fontes, entre livros, revistas, publicações avulsas, periódicos e textos técnicos das áreas de Educação Física, Pedagogia e Psicologia, como consultas referentes ao tema de motivos do abandono da prática esportiva de crianças e adolescentes.

    O método utilizado foi o de revisão de bibliografia, sendo a pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica descritiva. (THOMAS E NELSON, 2005).

3.     Revisão de literatura

    Estudiosos da área esportiva, psicológica, educacional e outras têm desenvolvido estudos com o intuito de se compreender o fenômeno do esporte na sociedade. O esporte é um dos fenômenos mais impressionantes do nosso tempo. A mobilização à sua volta o coloca como uma área de grande investimento púbico e privado, sendo um magnífico espetáculo de mídia. No entanto, apesar desta tendência do esporte atual, ele não deve ser visto unicamente como suporte para formação de atletas profissionais. Também se deve considerar seu aspecto educacional, uma vez que como disciplina pedagógica ele age integralmente na formação do indivíduo (TEIXEIRA, 2008).

    A prática do esporte propicia ao indivíduo um desenvolvimento global, e é um fato capaz de gerar diversos fenômenos, uma vez que o praticante é estimulado em termos biológicos, comportamentais, sociais e intelectuais/cognitivos (LEITE, 1990).

    Ainda para Teixeira (2008), citando Leite (1990), o esporte tem envolvimento de três dimensões, que são: esforço físico orientado e constante, submissão a regras organizativas próprias e objetivos de competição.

    De acordo com Beneli e Montagner (2005) o processo de evasão no esporte em geral, apresentado em categorias de base, impede a possibilidade de vários adolescentes o praticarem sistematicamente em categorias posteriores. Adicionalmente, o abandono do esporte também pode prejudicar sua formação educacional. O esporte de competição necessita de um tratamento pedagógico, que permita educar a criança através da prática da modalidade. O desenvolvimento do esporte nas categorias de formação envolvendo o tratamento pedagógico e, conseqüentemente, as propostas e intervenções dos técnicos e professores, são alguns componentes incluídos no campo da pedagogia do esporte, que necessitam ser viabilizados no planejamento das práticas esportivas.

    Na mesma linha, para Rose Jr. (2002), aspectos como o despreparo e a falta de conhecimentos na área da pedagogia do esporte por parte de profissionais, técnicos e professores envolvidos com a iniciação esportiva podem contribuir numa fase posterior no processo de evasão do esporte oficial. O autor cita ainda as práticas esportivizadas, a fragmentação de conteúdos, a prática repetitiva de gestos técnicos e a especialização precoce como alguns problemas na iniciação esportiva relativos à pedagogia do esporte. Garganta (1997) e Nascimento (2005) analisam que a repetição obsessiva dos gestos técnicos seja o principal equívoco no processo de ensino aprendizagem dos jogos desportivos coletivos, fator este que também pode implicar numa evasão precoce da atividade esportiva quando associado à prática competitiva.

    Beneli e Montagner (2005) citam que o abandono à prática esportiva ocorre por vários fatores, dentre eles a competição, principalmente de maneira exacerbada, em que o ganhar a todo custo se faz presente e o principal foco é a vitória. Para os autores, o processo de evasão do esporte oficial não é devido à competição em si, mas pela forma como ela é proposta. É necessário que o esporte oficial tenha em seu conteúdo aspectos educacionais sem perder o seu aspecto competitivo. Assim o tratamento pedagógico nas intervenções dos profissionais ligados ao esporte competitivo se torna um aspecto de relevância na continuidade da prática esportiva. Vasconcelos (2005), falando sobre o abandono de nadadores portugueses de alto nível, disse ser natural essa mudança de atitude no desporto de elite, ou seja, esses atletas acabam por abandonar tais competições em função da maneira como elas acontecem.

    De acordo com Weimberg e Gould (2001), a participação das crianças no esporte atinge o máximo entre as idades de 10 e 13 anos e então declina consideravelmente até a idade de 18 anos, quando uma porcentagem relativamente pequena de jovens permanece envolvida em esportes organizados. Ainda para Weimberg e Gould (2001), citando estudos de Gould et al. (1982) com crianças e jovens variando entre 10 e 18 anos, revelou-se que "ter outras coisas para fazer" e "mudanças de interesse" foram as razões principais que a grande maioria das crianças deu para interromper o envolvimento. Outras razões que a amostra classificou como importantes (mas menos importantes que ter outros interesses e mudanças de interesses) foram "não foi tão bom como queria que fosse", "não foi suficientemente divertido", "queria praticar outro esporte", "não gostava da pressão", "tédio", "não gostava do técnico", "o treino era muito duro" e "não suficientemente excitante". Portanto, a maioria das crianças que desiste o faz devido a interesse em outras atividades. Entretanto algumas crianças citaram fatores negativos – como pressão excessiva, não gostar do técnico, fracasso, falta de diversão e uma ênfase excessiva em vencer - como sendo influências importantes em suas decisões de retirar-se. Esses resultados corroboram com estudos realizados por vários autores sobre o assunto (KNIJNIK, GREGUOL E SANTOS, 2001; CARMO et al, 2009; MORENO, CEREZO E GUERRERO, 2009; COSTA, 2008, DIAS E TEIXEIRA, 2007; VILANI E SAMULSKI, 2002; SOUSA, 2010; MOTA, 2005).

    Tentando avaliar as causas de abandono no esporte, Samulski (1992) encontrou que a presença familiar pode ser um fator de alta relevância nesse contexto. O autor nesse ponto ressalta que não é só a família a culpada, os próprios treinadores também têm sua parcela no processo, muitas vezes não explicando aos atletas e aos pais como será feito o trabalho com o esporte, desmotivando-os.

    Estudos realizados por Souza (2010) com atletas brasileiros de remo mostraram que a principais causas do abandono foram a falta de estrutura e o alto custo para a manutenção da prática, característica não encontrada em esportes coletivos e individuais como: vôlei, futebol, natação e atletismo. Outro fator citado, como a idade (categoria do praticante) foi determinante na avaliação dos motivos relacionados a seu abandono. A pesquisa se realizou com ex-remadores divididos em categorias, júnior (16 a 18 anos), sênior B (19 a 22 anos) e sênior A (23 a 30 anos). Como principais fatores encontrados na pesquisa, independente da idade, temos a falta de patrocínio e apoio financeiro e a necessidade de trabalhar para ajudar no sustento da família. Para as análises por idade, o prejuízo no estudo e vontade de fazer outras atividades caracteriza a categoria júnior; a falta de apoio do técnico, preferência do treinador por outros colegas, poucas competições e dificuldade em melhorar os resultados técnicos caracteriza a categoria sênior B; e falta de apoio do técnico, vontade ou necessidade de fazer outras atividades caracteriza a categoria sênior A.

    Em consonância com as citações anteriores, um outro estudo intitulado "Motivos de início e abandono da prática esportiva em atletas brasileiros", Carmo et al (2009) detectaram que os motivos mais citados foram: pressão dos pais ou treinadores, lesões e excesso de responsabilidades com as competições. O treinamento excessivo é outro fator que pode levar os praticantes de atividades físicas a abandonar ou mudar a prática esportiva. Levando em consideração os motivos de início e abandono da prática esportiva de atletas de diferentes modalidades, o estudo objetivou analisar e comparar esses motivos entre atletas de ambos os sexos e diferentes modalidades, faixas etárias, tempo de prática e níveis de competição. Interessante notar que na análise feita na subscala de abandono, verificou-se que o fato de não conseguir concretizar sonhos como atleta é significativamente mais apontado pelos atletas de modalidades individuais do que para os de modalidades coletivas. Contudo, o estudo conclui que existem diferenças consideráveis nos motivos que levam atletas a iniciarem e abandonarem a prática desportiva de diferentes modalidades, isso quando comparado sexo, idade, modalidade coletiva ou individual e nível de competição. Não foram encontradas diferenças motivacionais com relação ao tempo de prática. Contribuindo com essas informações Estrada (2005) dedica boa parte do seu livro para analisar os motivos do abandono da atividade esportiva em função da idade, sexo e do esporte praticado. Corroboram ainda da mesma opinião estudos de Filho e Garcia (2008) com ex-atletas espanhóis. O mesmo estudo ainda conclui que distintos motivos para abandonar a prática esportiva são apresentados por jovens de realidades geográficas e socioculturais diferentes.

    Estudos realizados por Moreno, Cerezo e Guerrero (2009) com desportistas estudantes da província de Granada – Espanha, analisando por fatores, por meio dos dados, indicou-se que os motivos pessoais (falta de tempo e diversão, aborrecimentos, inabilidade, problemas com o professor, lesões, entre outros) foram os principais motivos para o abandono da prática fisco-desportivo regular, e dentre estes, o fator determinante para o abandono da prática foi a falta de tempo. Observou-se através deste estudo que a taxa de abandono da prática de atividades físico-desportiva é um fenômeno crescente na faixa etária dos adolescentes, com um índice maior do sexo feminino.

    Um estudo realizado na Universidade do Porto, por Mota (2005), sobre o abandono da prática do basquetebol entre jovens de 15 e 16 anos de ambos os sexos, no Distrito do Porto revela que o principal fator entre as mulheres foi "o treino consumia muito tempo", e entre os homens foi "não ter tempo disponível". Em ambos, porém, o treinador se mostrou como a dimensão mais influente na decisão de abandono da modalidade. Costa (2008) estudou a motivação para participação e abandono desportivo de jovens atletas portugueses em idade escolar, e dentre as principais causas de abandono foram verificadas novamente a falta de apoio da família e amigos, pressão dos pais para que estudassem mais e conflito com o treinador e com outras atividades. Esses últimos fatores estão em desacordo com aqueles encontrados por Leite et al (2008), que não verificaram influência dos técnicos nas decisões de abandono em atletas iniciantes de voleibol. Com relação aos demais fatores, tais como: não ser tão bom como gostaria; ter vontade ou necessidade de fazer outras atividades; prejuízo nos estudos e adquirir com a prática, problemas de ordem física (lesões), estes sim, encontram relações com outras citações sobre o mesmo tema. (SANTOS, MARTINS e STEFANELLO, 2010; CARMO et al, 2009; COSTA, 2008; FILHO E GARCIA, 2008; VASCONCELOS, 2005; OLIVEIRA et al, 2010; MOTA, 2005; KNIJNIK, GREGUOL e SANTOS, 2001).

    Hallal et al (2004) estudaram os fatores intervenientes que são associados ao abandono da prática do futsal em atletas gaúchos. Os que mais uma vez apareceram foram a interferência dos estudos e a falta de apoio do treinador. Os autores sugeriram, então, que um dos motivos para desistência pode ser a falta de profissionais qualificados para lidar com o esporte nesta faixa etária, além também do distanciamento da escola e da própria família do esporte praticado pelos filhos, não havendo um acompanhamento adequado e podendo pressionar a criança, chegando à desistência.

    Outro estudo realizado por Rocha e Santos (2010) verificou as causas do abandono do esporte por atletas paranaenses que praticavam atletismo na transição da categoria juvenil para o adulto e os motivos que os levaram a tomar essa decisão. As razões mais citadas pelos ex-atletas foram a falta de infra-estrutura, falta de assistência governamental, patrocínio e desvalorização da modalidade. Em seguida a situação financeira dos atletas. Já o motivo de abandono com relação a cada gênero 80% das mulheres abandonou por lesões sofridas e desvalorização da modalidade, enquanto 100% dos homens citaram a falta de estrutura.

    Dias e Teixeira (2007) estudaram os possíveis fatores que poderiam estar associados à intenção de abandono em jovens tenistas gaúchos. E os resultados encontrados apontaram, mais uma vez, para excesso de treinamento, metas não atingidas e menor preocupação com os resultados, cobrança por parte de treinadores e pais, falta de prazer em treinar, desvalorização e também falta de recurso financeiro.

    Outro fator muito estudado e que tem influência direta no abandono de atividades esportivas por parte de jovens atletas é o estresse de treinamento e competição, ou o chamado burnout. De acordo com Smit (1986), citado por Weimberg e Gould (2001) pode-se entender o burnout como um caso especial de abandono do esporte quando um jovem atleta interrompe ou diminui seu envolvimento na atividade esportiva em resposta ao estresse crônico ou de longo prazo. Uma atividade agradável anteriormente não é mais prazerosa devido ao estresse causado por ela. Estresse e burnout estão entre as preocupações mais controversas no esporte competitivo infantil e infanto-juvenil. Segundo Bara Filho et al. (1999), o fenômeno do burnout no esporte é conseqüência do estresse excessivo no processo de treinamento desportivo, caracterizando-se por ser individual, complexo e multifacetado. Pode ser considerado uma resposta psicofisiológica negativa decorrente de demandas excessivas de treinamentos. Keller et al (2005), estudando a relação dos sintomas com o tempo de prática esportiva em atletas de voleibol feminino, detectaram que o tempo de prática teve uma relação direta com a performance, ou seja, quanto mais experientes, menor nível de estresse apresentava a atleta. De acordo com Weimberg e Gould (2001) o burnout é mais bem visto como o resultado final de um longo período de estresse. Partindo do pressuposto que o desgaste físico e mental pode levar um atleta ao mau rendimento e até mesmo à desistência do esporte, fazendo com que as competições deixem de fazer parte de sua rotina (NUNES, 2009), certamente podemos dizer que o burnout influencia atletas jovens na decisão de abandonar ou não uma possível e futura carreira esportiva.

    De acordo com os vários autores citados acima, muitos são os fatores determinantes e causadores do abandono precoce de crianças, adolescentes, e até mesmo adultos, da prática esportiva. Tais fatores também apresentam relação com algumas variáveis como sexo, idade, esporte praticado, competição e a correlação direta entre tais fatores deve ainda ser mais bem estudada.

3.     Conclusão

    Os vários autores pesquisados mostraram que independente de idade, sexo modalidade esportiva, níveis sócio-culturais entre outros fatores, os principais motivos que levam ao abandono precoce são em sua maioria, falta de motivação do atleta (praticar outra modalidade), treinamento excessivo, falta de tempo para outras atividades (principalmente estudo) e pressão do treinador e pais. Mas em alguns esportes outros fatores surgem como relevantes ao abandono da prática, como no caso de esportes que exigem alto custo de manutenção da prática e participação em competições, como por exemplo, o remo, refletindo assim casos de desistências por questões financeiras. Outro exemplo é o crescimento no número de abandono principalmente na faixa etária entre 13 e 18 anos, onde além dos fatores citados acima, outros também são citados como: conciliação com os estudos, fazer outras atividades (não sendo esportivas) e uma maior cobrança por resultados.

    Visto isso é necessária uma maior integração entre o aluno/atleta, pais, treinadores e escola. Sendo a escola e os pais responsáveis por compreender a importância do esporte, e o treinador por entender o papel da família e escola. Pois os principais motivos que levam principalmente ao abandono precoce, giram em torno desse eixo, mostrando assim a real importância desses segmentos no contexto total da vida esportiva da criança/atleta.

    Também se fazem necessários maiores estudos sobre o assunto, principalmente relativos aos aspectos mais específicos de cada um dos fatores citados no artigo. Isso teria o intuito de auxiliar professores e treinadores na sua prática diária, na tentativa de se evitar ao máximo esse fenômeno do abandono precoce na iniciação esportiva de crianças e adolescentes.

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