quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O 'menos é mais' na preparação no Judô




Felipe Kitadai (BRA) durante as competições de Judô na Arena ExCel nos Jogos Olímpicos de Londres em 28 de Julho de 2012 em Londres, Inglaterra. Foto: Alaor Filho/AGIF/COB

Gosto quando um artigo/texto/post me provoca reflexão. E foi isso o  que esse texto aqui me provocou, sobre o preparação para competição no judô.

O Judô quando é praticado em nível competitivo pode exigir um preparo físico e psicológico enormes. É um dos esportes que mais pode necessitar de um ótimo condicionamento físico do atleta para manter um treinamento adequado visando às competições quer no Shiai ou no Kata.

Os atletas dedicados, constantes e bem orientados que suportarem o treinamento progressivo e bem planejado podem usufruir de muitas vantagens inerentes a essa prática como avanço de nivel e faixas, ttiulos nacionais e internacionais. Para isso, é preciso treinar para ter melhoria do condicionamento cardiovascular, mobilidade, flexibilidade, equilíbrio, velocidade, força isométrica, explosão muscular, resistência muscular aeróbia e anaeróbia, diminuição das taxas de açúcar,colesterol, triglicérides no sangue entre outros marcadores e muitas vezes se beneficiarem do bem estar da realização de um esporte que apreciem,bem como a redução do stress.

Quando o autor do texto falou que a grande sacada do treinamento para competição no Judô Master é: Menos é mais. Ou seja, diminuir o ritmo de treinos e dieta irreias ao tipo de situação é bem-vindo. Nesse período, o índice de lesões pode aumentar. O tempo relativamente curto de luta das competições dos Grand Masters pode ser um aliado, bem como um vilão. A manutenção do trabalho de base através de hipertrofia, isometria e alongamentos, caso a caso, pode prevenir lesões articulares e musculares, bem como proteger as lesões antigas, se houverem, e não deve ser negligenciado. Grandes grupos musculares podem necessitar de maior ênfase assim como antebraço, mãos, pés e panturilhas, pescoço. A adaptação do treinamento às necessidades da competição, nas vertentes de estratégia de luta, desempenho técnico, preparação física e emocional são fundamentais.

Não devemos esquecer que as avaliações médicas, nutricionais, dos professores de Judô, preparadores físicos e fisioterapeutas e psicólogos são de vital importância. Os atletas podem e devem se aproveitar de todas as suas vivências e sabedoria acumuladas ao longo dos vários anos de experiência no Judô, muitas vezes, e também deveriam ter fácil acesso às avaliações sugeridas acima, para treinar  e competir com o melhor desempenho possível associado ao mínimo nível de lesões.

A mudança de visão pode trazer benefícios para os atletas e potencializar os resultados de treinamento. Prestar atenção em fatores que podem ocasionar lesões ou diminuir o rendimento é obrigação do treinador. E acredito que começar a penar no 'menos é mais' no Judô pode ser um bom caminho.


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