sexta-feira, 28 de agosto de 2015

14:52:00

Recuperação muscular é essencial para o sucesso do seu treino

Divulgação

Quando praticamos uma atividade física temos uma mudança na nossa estrutura muscular. São estímulos provocados pela intensidade do exercício que nos faz causar essas mudanças, o que leva à melhora do condicionamento físico, hipertrofia muscular, resistência muscular.

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Esses estímulos são stress, causado durante o treinamento pelas sobrecargas metabólicas e tensionais, provocando microlesões nos músculos envolvidos que caracterizam a estimulação.

Na recuperação ocorre a reparação dessas microlesões como também o restabelecimento energético em um patamar superior ao anterior. Esta fase de recuperação é fundamental para o desenvolvimento muscular afim de se preparar para estímulos subsequentes mais intensos.

Se o praticante do exercício (musculação, corrida, qualquer modalidade esportiva) não estiver completamente recuperado e houver fornecimento de nova sobrecarga, a musculatura responderá de maneira negativa desfavorecendo o desenvolvimento muscular.

Em se tratando do treinamento de hipertrofia muscular, acredita-se que a recuperação ocorra entre 48 e 72 horas, considerando uma alimentação adequada e outros fatores, tais como o descanso. Em modalidades aeróbias a recuperação ocorre em 24 a 48 horas, o que dependerá do tipo de treinamento, objetivos e planejamento de treinos.

Uma boa recuperação muscular levará a um processo de fortalecimento, crescimento e adaptação muscular, portanto, ocorre em sua maior parte não durante o treinamento e sim no período de descanso.

Logo após o exercício, mais ou menos uma a duas horas após do treino, os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Este é o estado em que o corpo se encontra mais receptivo à absorção e armazenamento de energia.

Os dias e horas ideais para uma boa recuperação muscular dependerá do seu objetivo e tipo de treinamento que está realizando, por isso a importância da orientação de um profissional de Educação Física na programação de seus treinos. Esse planejamento deverá conter os exercícios apropriados e o descanso necessário para um bom resultado.

Muitos estudos demonstram que uma dieta adequada em carboidratos e proteínas cria uma resposta insulínica mais eficiente na recuperação do glicogênio muscular e para o anabolismo. Dada a importância dos carboidratos para a performance de exercícios aeróbios de longa duração, recomenda-se que indivíduos que se exercitam regularmente devam consumir uma dieta entre 55%- 70% de seu total calórico na forma de carboidratos.

Uma bela noite de sono também contribui muito para a recuperação muscular. Durante o sono, ocorre a secreção do hormônio HGH (Hormônio do Crescimento), que estimula o crescimento e a recuperação muscular, a construção óssea e a queima de gordura, auxiliando na recuperação de treinos fortes e melhorando a resposta fisiológica. Estudos mostram que quando um indivíduo não dorme adequadamente, a produção desse hormônio diminui.

Lembrem sempre de incluir no seu Planejamento de Treinos: bons exercícios, regularidade nos treinos, uma boa noite de sono, um bom descanso muscular e uma alimentação adequada.
(com informações do site Minha Vida)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

11:09:00

Objetivos no treinamento especifico do zagueiro no Futebol



O zagueiro ocupa a região da grande área defensiva. A maioria dos zagueiros costumam ser altos, o que lhe permite cabecear as bolas alçadas contra a área. Nesta posição, costuma-se ver jogadores com grande força e resistência, já que a sua função é primariamente a de bloquear as proximidades da grande área.

Os treinamentos desenvolvidos individualmente para zagueiros para a sua melhora tanto na parte técnica, tática e física.

Objetivos Técnicos:

- Rebatida
- Interceptações
- Cabeceios
- Passes.

Objetivos Táticos

- Marcação(Desarme)
- Coberturas
- Trocas
- Temporizações
- Profundidade Defensiva
- Balanço Defensivo.


Objetivos Físicos

Coordenação:Geral,Oclo Cefálica,Oclo Podal
- Agilidade-
- Velocidade
- Potência
- Força Especifica(contextualizada).

terça-feira, 18 de agosto de 2015

15:49:00

Saiba mais sobre o Treinamento Desportivo

O treinamento desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, graduada de forma progressiva, individualizada, atuando especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com objetivos de superar tarefas mais exigentes que as habituais. É assim que Bompa (1983) define treinamento desportivo. Ele, como muitos outros autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos sobre o tema.

O treinamento desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treinamento seja eficaz.

Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treinamento:

  • Individualidade Biológica: a aplicação de cargas de treinamento respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;
  • Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objetivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;
  • Densidade: em todo treinamento existem dois parâmetros - a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reação do organismo, ocorre a adaptação e supercompensação. Essa recuperação demanda um tempo de repouso, ou diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e supercompensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se densidade. A correta utilização dessa relação determina a eficácia do treinamento.
  • Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do esporte trabalhado, o planejamento deve conter elementos específicos (objetivos, métodos, meios, etc) para desenvolvimento das capacidades deste esporte;
  • Reversibilidade: a interrupção do processo de treinamento provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinamentos baseados em resistência e resistência de força, e mais lento para os treinamentos baseados em força explosiva e força máxima.

A orientação do planejamento do treinamento por estes princípios nos leva a estabelecer uma aproximação enorme do treinamento chamado científico e nos afasta, por outro lado, do empirismo que muitas vezes põe em risco a saúde de indivíduos sãos.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

11:59:00

A falta de motivação no Esporte


http://www.thesptimes.com.br/sp/wp-content/uploads/2014/01/depressao.jpg

Na Psicologia moderna, o termo motivação é utilizado para indicar a intensidade do esforço e a direção do comportamento humano, que designa a finalidade deste comportamento, e porque as pessoas se orientam a um ou outro objetivo. Sem a motivação não conseguiríamos dirigir e prosseguir em nossas ações, o que nos tornaria seres apáticos.

Na atividade física e no esporte, a motivação é produto de um conjunto de variáveis sociais, ambientais e individuais que determina a eleição de uma modalidade física ou esportiva e a intensidade da prática dessa modalidade, que determinará o rendimento.

No esporte e na atividade física a motivação tem forte relevância, tanto quando se questiona rendimento, na influência no bem-estar dos atletas, quanto quando se fala em aderência e abandono. Sem a motivação, um esportista não desempenhará ou desempenhará mal sua tarefa.

Numa visão ampla, o termo motivação denota fatores e processos que levam as pessoas à ação ou à inércia em situações diversas. A essa inércia, chamamos "estado de apatia". No estado de apatia, intervém reações como apatia mental, estado de mau humor, aversão à competição, descontentamento e intensidade diminuída de percepção, pensamento e concentração.

O estado de apatia também pode ser considerado estado de falta de motivação. As causas dessa falta de motivação no esporte estão relacionadas, principalmente, às dificuldades de relacionamento com o técnico, monotonia dos treinamentos, falta de habilidades esportivas, pequena participação nas competições, decepção das expectativas iniciais com os resultados finais obtidos, ausência ou reduzida vida pessoal fora do esporte, falta de apoio de familiares e amigos, sentimento de isolamento diante da equipe técnica, carência de reforços positivos pelos resultados conseguidos, estresse competitivo, falta de diversão, esgotamento, falta de companheirismo, excessivo tempo de dedicação e lesões. Esses mesmos motivos podem levar ao abandono do esporte.

O entusiasmo, a paixão, o estímulo, o suporte emocional e a orientação para vencer os desafios e os obstáculos de forma efetiva, combinados com o estilo de comunicação e a compatibilidade psicológica do treinador com seus atletas, têm uma correlação significativa com o rendimento desportivo e fazem com que os atletas tenham uma alta ou baixa motivação para o rendimento. Além do mais, estas condutas dos técnicos influem no desenvolvimento da coesão grupal e esta, por sua vez, determina a percepção da eficiência coletiva e de satisfação dos atletas.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

15:17:00

Teste psicológico específico ajuda no desempenho de atletas

 

Os testes psicológicos e de personalidade são ferramentas úteis para dar suporte à equipe técnica no desenvolvimento dos treinos e acompanhamento da performance de atletas. Porém, no Brasil, ainda não existem testes elaborados exclusivamente para esses profissionais. Em sua tese de doutorado pela Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, o psicólogo e professor Ivan Rabelo avaliou se um teste direcionado para a população em geral poderia também ser aplicado em atletas. Os resultados mostraram que o teste se mostrou satisfatório na avaliação da maior parte dos fatores, mas não em todos. Por isso, Rabelo sugere o desenvolvimento de um instrumento de avaliação específico para esportistas.

O pesquisador conta que se o atleta estiver com ansiedade, tanto o psicólogo como a equipe técnica podem aplicar o teste com o intuito de ajudá-lo. "O teste também pode auxiliar o atleta a se conhecer melhor e a buscar o equilíbrio nas características importantes para a modalidade esportiva na qual atua. Além disso, muitas características encontradas em atletas diferem de outras populações, como por exemplo, a questão da dor", justifica o psicólogo sobre a importância de haver testes específicos.

No exterior, conta Rabelo, já existem testes dirigidos a esportistas, como o SIP (The Sports Inventory for Pain), um inventário de dor para o esporte e que avalia também traços de personalidade.

Em sua pesquisa, Rabelo avaliou se o teste Bateria Fatorial de Personalidade (BFP), desenvolvido pelos psicólogos Carlos Nunes e Cláudio Hutz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e voltado para a população em geral, poderia ser também aplicado em atletas. O BFP é um instrumento psicológico construído para a avaliação da personalidade a partir do modelo dos Cinco Grandes Fatores (Big Five). O teste avalia 16 facetas da personalidade a partir de cinco fatores: extroversão, socialização, neuroticismo (estabilidade emocional); realização; e abertura a novas experiências.

O teste, com 156 questões, foi aplicado em 726 atletas profissionais com idades entre 13 e 85 anos, sendo 85% de homens, de todo o Brasil, com maior concentração daqueles que residiam no estado de São Paulo. Esses atletas pertencem a grupos olímpicos, paraolímpicos e não olímpicos, de esportes como tênis de mesa, rugbi, atletismo, futebol de base e futebol profissional. "Nós realizamos o treinamento dos psicólogos dos clubes para que eles pudessem aplicar o teste no local onde atuam", diz. No teste, a pessoa avaliada deve dizer o quanto concorda ou discorda de determinadas características de personalidade.

Resultados

De acordo com o psicólogo, os achados não foram suficientes para afirmar que existe um perfil único de atleta; porém, de acordo com a modalidade, há uma variação das características predominantes da personalidade. "O Big Five foi satisfatório na avaliação da maior parte dos fatores, mas não em todos: no caso do fator "depressão", o teste é irrelevante quando aplicado em atletas, pois não houve diferenciação nos resultados encontrados na população em geral", diz.

Como conclusões, Rabelo verificou que os atletas apresentaram maior controle de seu estado emocional, em comparação com a população em geral. Os esportistas demonstraram menor preocupação em serem orgulhosos ou se mostrarem superiores aos outros. "Isso ocorre pois eles sabem o quanto o concorrente pode superá-los e acabam se considerando tão importantes quanto os oponentes", explica. Também foi verificada uma elevada extroversão, pela necessidade de maior interação com a sociedade. Os avaliados também apresentaram médias mais elevadas do que a população em geral nos aspectos ligados a competência, empenho e realização. "As atividades de esporte, em geral, tendem a fazer com que essas pessoas apresentem essas características", explica.

Outra constatação interessante é que as modalidades de esportes individuais exigem um nível de comunicação mais elevado do que as coletivas. "Apesar de sempre haver uma equipe técnica, os atletas de modalidades individuais precisam se responsabilizar sozinhos pelo seu desempenho no esporte, por isso a necessidade de comunicação", finaliza.

A pesquisa Investigação de traços de personalidade em atletas brasileiros: análise da adequação de uma ferramenta de avaliação psicológica foi defendida na EEFE no dia 17 de dezembro, sob a orientação da professora Katia Rubio.

15:12:00

Estratégia de corrida influencia na performance dos atletas

 
 

Em provas de fundo no Atletismo, os corredores que adotaram a estratégia da saída lenta obtiveram melhores tempos e apresentaram menores valores de frequência cardíaca e percepção subjetiva de esforço nos trechos analisados. Isso foi comprovado pela pesquisa realizada na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP pelo mestre em Educação Física na área de Estudos do Esporte, Marcelo da Silva Pacheco.

O estudo teve como objetivo explicar como a utilização de diferentes estratégias de prova poderiam influenciar ou não o desempenho de atletas especialistas em corrida de 5.000 metros em pistas de atletismo. Os resultados poderiam auxiliar atletas, técnicos e preparadores físicos, tendo em vista a melhora da performance dos corredores.

As estratégias de corrida podem ser variadas, de acordo com o pacingritmo ou maneira como o atleta regula sua velocidade durante a prova — do corredor. Nesta pesquisa, os atletas foram divididos em dois grupos, que deveriam executar dois tipos diferentes de pacing, previamente determinados pelo pesquisador. Um grupo foi escolhido para executar a saída lenta e o outro a saída rápida.

Testes
"Para executar a saída lenta, os atletas regularam a velocidade de corrida nos primeiros 1.000 metros em 10% abaixo de suas médias de prova", explica o pesquisador. No grupo de saída rápida, a velocidade dos corredores é regulada, no primeiro quilometro de prova, em 10% acima de suas médias de prova. O estudo envolveu 12 atletas, todos do sexo masculino, especialistas em corridas de longa distância e filiados a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Também era exigido dos corredores experiência mínima de 3 anos sucessivos em competições esportivas e nenhuma restrição médica.

No laboratório, em esteira ergométrica, os atletas realizaram avaliação das medidas antropométricas, que é o teste de esforço progressivo máximo para medidas de consumo máximo de oxigênio. Foi verificada a velocidade de corrida associada ao consumo de oxigênio, velocidade máxima alcançada e mantida durante teste de esforço progressivo máximo.

Na pista de atletismo foi verificada a estratégia de prova com medidas de velocidades de corrida a cada trecho de 200 metros. Em ambos os grupos foi mensurada a frequência cardíaca e a percepção subjetiva de esforço.

"Observou-se que os atletas que adotaram estratégia de saída lenta obtiveram os melhores tempos na prova simulada de corrida de 5.000 metros em pista. Estes corredores também apresentaram menores valores de frequência cardíaca e de percepção subjetiva de esforço a cada trecho monitorado. Por exemplo, 5 dos 6 atletas com melhor tempo de prova, foram aqueles que adotaram a saída lenta nos primeiros quilômetros da prova", conta Pacheco.

A pesquisa Análise da estratégia de corrida e suas relações com variáveis de desempenho de atletas foi orientada pela professora Maria Augusta Pedutti Dal Molin Kiss. "É uma colaboração com a organização do processo de treinamento físico e esportivo para atletas de alto nível competitivo", explica o pesquisador.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

15:52:00

A dermatoglifia nos esportes

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Há pessoas que acredita, há pessoas que não acreditam. O fato é que cada vez mais a dermatoglifia está sendo usada em esportes de alto rendimento para descoberta de características físicas dos praticantes.  A dermatoglifia é o estudo científico das impressões digitais, pelo qual é possível analisar o potencial genético do indivíduo

Uma vez que a impressão digital é resultante de uma combinação de fatores relacionados ao código genético e ao desenvolvimento embrionário é possível, a partir da observação desta marca genética, a identificação das potencialidades que um individuo tem.

A dermatoglifia vem sendo bastante utilizada na área do desporto, pois através dessa é possível analisar as qualidades físicas de um atleta através das digitais. Dessa forma, é possível direcionar o atleta para a área ou posição que ele tem maior aptidão, entre outros.

Os Cds Universitários tem um CD que ensina a fazer essa análise. Clique aqui!

Para o desporto, os desenhos das digitais têm os seguintes significados:

- Arco: muita força, porém baixo nível de coordenação motora.

- Presilhas: velocidade e explosão.

- Verticilo (rodamoinho): força, velocidade e resistência.


A dermatoglifia antecipa a utilização das tendências genéticas de um indivíduo e, aliada à atuação do meio ambiente, pode contribuir, não exclusivamente para a determinação do talento, mas para potencializar o seu desenvolvimento, podendo ser utilizada na orientação e montagens de treinamento com diferentes finalidades, indo de melhora da aptidão física até a performance.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

15:06:00

Planejamento do treinamento para uma temporada

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A periodização de treinamento é o planejamento de tudo que será realizado durante uma temporada, ou seja, deve-se dividir o tempo disponível ao treinamento para realizar todos os fundamentos para a prática de esporte: preparo físico, técnica, força, resistência e explosão. Durante a periodização você saberá distinguir pontos fracos e fortes que são fundamentais para atingir o resultado.

A periodização é dividida em quatro fases:
  1. Transição
  2. Base
  3. Pré-competição
  4. Competição.

Transição: Duração de 2 a 3 semanas

É o período de férias do atleta. Nessa fase não há preocupação com a atividade física nem alimentação, o que pode causar ganho de peso indesejado. Festas de fim de ano possuem um cardápio tentador e difícil de resistir. Aproveite; mas, com cautela. A alimentação precisa ser equilibrada, evitando excessos.  É aconselhável ingerir bastante proteína, animal ou vegetal; dê preferência às carnes brancas, principalmente os peixes, que são fontes de proteína, ômega 3 e 6, cálcio e iodo. A melhor fonte de proteína digerível pelo nosso metabolismo é o ovo, com 94% de aproveitamento.  Nesse período é aconselhável praticar outros esportes que não seja o ciclismo, como por exemplo: natação, corrida, caminhada, musculação. Nada exagerado, somente para não perder o costume de se exercitar.  Durante a fase de transição a recuperação é extremamente importante, tanto física como psicológica.

Base: Duração de 8 a 10 semanas

Este período é fundamental para o treinamento, é o alicerce do atleta, desenvolve muito o trabalho de resistência e força muscular localizada

Uma dica muito importante antes de realizar o treinamento de base é  consultar um médico e realizar exames clínicos gerais, para começar a temporada confiante e com a saúde em dia.

Os treinos de base são diretamente relacionados com tempo e velocidade e frequência cardíaca, por isso é fundamental possuir equipamento para monitoramento cardíaco. Isso ajudará a melhorar sua performance durante o treinamento.

A musculação é muito importante nesta fase, principalmente com orientação de um profissional que determinará o conteúdo da carga e frequência nos treinos e a pratica correta dos exercícios.

Muito cuidado com over training, isso é, excesso de treinamento físico, pois é um ciclo vicioso que pode ter conseqüências danosas ao seu organismo.

Pré-Competição : Duração de 6 a 8 semanas.

É o trabalho especifico dentro de sua modalidade  Nesse período o atleta enfatiza o trabalho anaeróbico e começa o trabalhar a velocidade.

Na fase de Pré-Competição é essencial o uso da bicicleta de treino, mais pesada que a de corrida, aproximadamente 3kg; porém, com a mesma geometria para que não ou tenha problemas relacionas a postura e conseqüentemente sinta desconforto, dores ou lesões mais graves.

Competição: Duração de 3 a 4 semanas.

Nessa fase deve-se diminuir o volume de treinamento gradativamente e intensificar mais ainda o treinamento de velocidade,  melhorando a qualidade no trabalho especifico para aquela determinada prova que está focando.  É nessa fase que o atleta atinge o ápice da sua forma física.

Mantenha a concentração e não deixe os problemas pessoais, familiares, financeiros atrapalharem seus planos. Você se dedicou muito e chegou a hora de colocar todo o treinamento em prática. Respeite seu treinador, obedeça ao seu médico, e visualize toda a trajetória para chegar onde está.

Se puder conhecer o circuito da competição ates da prova isso ajudará e será um diferencial na hora da competição. "Gosto de conhecer o percurso da corrida antes do dia da competição. No caso do Campeonato Brasileiro, chego bem antes pra fazer o reconhecimento, me familiarizar com a pista e não ter surpresas em relação ao traçado".

Nessa fase, a alimentação equilibrada é bem rigorosa, ingira carboidrato pois é a principal fonte de energia que será consumida durante a competição Evite alimentos gordurosos, fritos e doces em geral. Na véspera da corrida não coma carne vermelha, pois demora a ser digerida.

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