quarta-feira, 21 de outubro de 2015

11:44:00

Objetivos do Core Training

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O objetivo de um programa de treinamento é a manutenção ou melhoria do condicionamento físico ou do desempenho atlético. Entretanto, os programas de atividades físicas convencionais tendem a focar apenas o condicionamento cardíaco e/ou o fortalecimento de um número reduzido de músculos específicos e, geralmente, superficiais.

O Core Training possui uma proposta diferenciada dos programas de treinamento convencionais. A aplicação do método está focado em estabilizar músculos do Core e preparar a postura do indivíduo para enfrentar as atividades diárias e práticas esportivas. Ou seja, um dos fundamentos dessa prática reside no treinamento de grupos musculares do complexo lombo-pélvico para algumas finalidades específicas.

O Core funciona como uma unidade para estabilização do corpo e da coluna vertebral, com e sem os movimentos dos membros permitindo a criação e coordenação de movimentos de maneira que o mesmo absorva, gere e transmita força para todo o corpo, e tem a função de um "espartilho" muscular. Por isso, a musculatura dessa região tem sido referida como a força motriz de todos os movimentos realizados pelos membros. Quando todo esse sistema realiza suas ações eficientemente, tem-se como resultado a distribuição adequada das forças que proporciona controle ótimo e eficiente dos movimentos. O fortalecimento do core – região que engloba os músculos abdominais, dorsais e estabilizadores da coluna – dá condições da pessoa fazer o que gosta por mais tempo, sem se contundir.

Além disso, a função da musculatura do núcleo é fornecer um mecanismo de proteção para a coluna como, por exemplo, de forças indesejáveis que fazem parte de Movimentos Funcionais.

Os Movimentos Funcionais estão presentes em nossas atividades da vida diária. São os movimentos utilizados durante a execução de uma tarefa qualquer como caminhar, subir escadas, carregar sacolas de compras, levantar de uma cadeira entre outras.

Portanto, independentemente do movimento ou ação motora realizada pelo indivíduo, a musculatura central do corpo é responsável por proteger, por processar e pelo resultado motriz conquistado na taref

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

09:22:00

Saiba mais sobre o Supertreinamento

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     Antes de comentarmos o supertreinamento, é importante reforçar que devemos diferenciá-lo claramente dos estados de fadiga aguda, crises de adaptação ou super solicitação. Por exemplo, é inevitável, para quem se afastou por pouco tempo ou para quem nunca fez musculação, sentir dores musculares nas primeiras semanas de prática.

     As dores são, como já foi dito, a defesa do organismo como consequência da falta de costume do corpo em relação a uma atividade já um pouco esquecida. Alguns sintomas do supertreinamento podem ser sentidos normalmente no processo de treinamento, sem ser considerado overtraining. Para se saber o que está acontecendo, é aconselhável procurar um médico desportivo para se obter um diagnóstico exato.

     Há dois tipos de supertreinamento, cada um com seus sintomas e evoluções diferentes. Há o supertreinamento denominado simpático-tônico, que se caracteriza pelo predomínio do sistema nervoso simpático vegetativo. Os sintomas estão relacionados com os processos de superexcitação, como:
  • pulsações em repouso aumentadas
  • problemas de sono
  • perda de peso
  • fadiga fácil
  • elevação ligeira da temperatura
  • dores de cabeça
  • perda de apetite
  • recuperação da frequência cardíaca retardada
  • palpitações
  • descoordenação
  • irritação
  • depressão
     Neste caso, a pessoa se sente enferma, se cansa facilmente, perde peso, não consegue dormir, nota palidez e ligeira elevação da temperatura corporal. Na mulher, podem surgir outras alterações. Além disso, o atleta tem dificuldades para respirar durante o treino, perde o apetite, aumenta a sensação de sede, a pulsação se acelera e aparecem palpitações que antes não existiam. A recuperação da frequência cardíaca após o esforço é lenta e a pressão arterial elevada. E não fica por aí. O cansaço também, é claro, é psíquico: irritação em situações banais, angústia, depressão, etc...

     Este tipo de supertreinamento é fácil de ser diagnosticado, porque os sintomas aparecem e são facilmente identificados: o atleta sente-se mal, realmente enfermo, podre!!!

     O outro tipo de supertreinamento se inicia com sintomas que não indicam enfermidades. O atleta não se sente mal, mas também não rende. É denominado supertreinamento parassimpático-tônico. Nele há o predomínio do sistema parassimpático vegetativo, por que os sintomas são de debilidade física e falta de estímulo.

     Alguns sintomas que ajudam a detectá-lo são: falta de rendimento, com fácil fadiga, suores noturnos e, também, elevação da pressão arterial, tanto em esforço como em repouso. A capacidade e a velocidade de reação é tardia e sente-se uma descoordenação.

     Mesmo assim, o atleta tem boa recuperação, não perdendo peso, alimentando-se e dormindo normalmente. O humor da pessoa não se altera.

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