terça-feira, 4 de outubro de 2016

Adrenalina e os esportes radicais






Existe uma grande variedade de esportes a nossa disposição, mas o mais interessante são aqueles esportes considerados radicais e recebem este nome por instituir modalidades esportivas com um elevado grau de risco físico, devido às condições extremas de velocidade, altura e outras variantes em que são executados.


O fato de um desportista gostar de um esporte radical, já o rotula como um suicida em potencial, ou uma pessoa que não se compromete com as responsabilidades, digamos que uma pessoa “fria”. Esta é uma imagem errônea, e que sempre está associada aos adeptos destes esportes. A verdade, é que a procura por estas modalidades está no prazer em que seus praticantes sentem, pelo fato delas possuírem domínio sobre o medo dos riscos que estes esportes podem surgir.

A adrenalina sentida pelos adeptos a estes esportes passa a ser um estimulante natural, fazendo com que o corpo permaneça potencializado com a ação.

A adrenalina é um hormônio disparado em nosso organismo como uma forma de defesa a situações de risco. Quando os praticantes de esportes radicais estão em ação, eles continuam a realizar suas atividades porque gostam de sentir os efeitos da adrenalina, porque sabem que o medo pode ser controlado em forma de alerta e euforia, de modo a delinear planos de ação e dos movimentos que precisam realizar.


Sendo assim, podemos esquecer a visão suicida e irresponsável que um atleta de esportes radicais comumente está associado. Porque o mesmo busca aventura, e bem estar físico e principalmente mental. E isso não muda muito para os atletas que praticam futebol, por exemplo. A diferença está na forma como os desportistas de esportes radicais pensa a respeito disso. A aventura e a adrenalina acabam que servindo como uma possível “válvula de escape” para as situações de stress do dia a dia


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